O transtorno obsessivo-compulsivo(TOC) afeta até 2% da população geral e a síndrome de Tourette(ST),1%. Encontrem aqui dados interessantes sobre os dois. Espero contribuir para a sua divulgação. (Ana Hounie é Psiquiatra. Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da USP de São Paulo. Ex-Supervisora do ambulatório de TOC e ST na Unidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência (UPIA- UNIFESP). Colabora com o PROTOC -HC FMUSP. Tem livros e artigos científicos publicados sobre o assunto.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
domingo, 25 de maio de 2014
Tenho Tourette: conto ou não conto às pessoas com quem convivo?
Essa é uma questão que preocupa muito os pais de quem tem Tourette e os próprios portadores de tiques. Oriento que para decidir como lidar com essa situação conversem com seu psiquiatra e com seu terapeuta. Mas vou elencar aqui alguns tópicos para que ajudem a pensar no tema:
1- Preconceito: as pessoas têm medo de dizer que sofrem de algum problema mental pois existe muito preconceito. É verdade. Não há problema nenhum em dizer "sou diabético", "tenho pressão alta" ou "estou gripado". No entanto, dizer "tenho depressão", "tenho Tourette" pode levantar a pulga de que a pessoa é louca, é doente mental, não é inteligente etc. E isso dá medo: como vão nos olhar se souberem que fazemos coisas que não queremos? Se por um lado ao esconder nossas dificuldades estamos nos protegendo de julgamentos alheios, por outro lado, estaremos perpetuando o preconceito, pois estamos nos comportando como os errados fôssemos nós e não a sociedade preconceituosa. Além disso, como combater o preconceito se não educamos as pessoas sobre o que de fato é o nosso problema?
2- Conseguir tolerância e ajuda: se as pessoas não sabem de nossas dificuldades e nossos limites, como poderão nos compreender e nos respeitar? Por exemplo, se uma pessoa com coprolalia não explica que tem tiques involuntários, será considerada mal-educada. No entanto, se explicar que tem um tique que é difícil de controlar que a faz dizer coisas que não deve, existe a possibilidade de que as pessoas consigam ignorar esse comportamento, pois não se sentirão pessoalmente ofendidas.
3- Estímulo à solidariedade: vivemos em um mundo individualista. Se nos retraímos e escondemos os nossos problemas, como poderemos esperar que as relações se modifiquem? Como esperar que o mundo se torne mais solidário se não pedimos solidariedade?
4- A união faz a força: se todos os que sofrem de um determinado problema se juntam em sua dor, encontram forças para lutarem juntos por uma causa comum. Para falar mais alto, devem falar em uníssono. Assim, aumentam as chances de que sejam ouvidos em suas necessidades e requisições.
Sei que falar é fácil e a realidade é bem difícil. Atendo muitos profissionais competentíssimos que sofrem com a ST (médicos, empresários, engenheiros, delegados,até um piloto de avião!) e preferem não se expor. A situação é de fato delicada, em especial para quem ainda não está bem colocado no meio profissional. Temem ter tiques em uma entrevista e serem reprovados. Temem ser discriminados quando surgem oportunidades de promoção. Tudo isso pode de fato acontecer e continuará acontecendo se não houver mais informação disponível para reduzir o preconceito.
Em relação às crianças é mais fácil, pois elas estão em formação e a escola é o lugar da educação e também do aprendizado da tolerância social. E as crianças recebem as informações com muito menos preconceito. Por isso é fundamental que nas escolas seja dito abertamente que fulano tem tiques quando for necessário; isso pode acabar com o bullying.
Enfim, o preconceito deve ser combatido por todos, mas cada um sabe de seus limites e até onde pode ir nessa causa. E lembrando que hoje é diferente de amanhã. Se hoje não for possível , amanhã talvez seja.
1- Preconceito: as pessoas têm medo de dizer que sofrem de algum problema mental pois existe muito preconceito. É verdade. Não há problema nenhum em dizer "sou diabético", "tenho pressão alta" ou "estou gripado". No entanto, dizer "tenho depressão", "tenho Tourette" pode levantar a pulga de que a pessoa é louca, é doente mental, não é inteligente etc. E isso dá medo: como vão nos olhar se souberem que fazemos coisas que não queremos? Se por um lado ao esconder nossas dificuldades estamos nos protegendo de julgamentos alheios, por outro lado, estaremos perpetuando o preconceito, pois estamos nos comportando como os errados fôssemos nós e não a sociedade preconceituosa. Além disso, como combater o preconceito se não educamos as pessoas sobre o que de fato é o nosso problema?
2- Conseguir tolerância e ajuda: se as pessoas não sabem de nossas dificuldades e nossos limites, como poderão nos compreender e nos respeitar? Por exemplo, se uma pessoa com coprolalia não explica que tem tiques involuntários, será considerada mal-educada. No entanto, se explicar que tem um tique que é difícil de controlar que a faz dizer coisas que não deve, existe a possibilidade de que as pessoas consigam ignorar esse comportamento, pois não se sentirão pessoalmente ofendidas.
3- Estímulo à solidariedade: vivemos em um mundo individualista. Se nos retraímos e escondemos os nossos problemas, como poderemos esperar que as relações se modifiquem? Como esperar que o mundo se torne mais solidário se não pedimos solidariedade?
4- A união faz a força: se todos os que sofrem de um determinado problema se juntam em sua dor, encontram forças para lutarem juntos por uma causa comum. Para falar mais alto, devem falar em uníssono. Assim, aumentam as chances de que sejam ouvidos em suas necessidades e requisições.
Sei que falar é fácil e a realidade é bem difícil. Atendo muitos profissionais competentíssimos que sofrem com a ST (médicos, empresários, engenheiros, delegados,até um piloto de avião!) e preferem não se expor. A situação é de fato delicada, em especial para quem ainda não está bem colocado no meio profissional. Temem ter tiques em uma entrevista e serem reprovados. Temem ser discriminados quando surgem oportunidades de promoção. Tudo isso pode de fato acontecer e continuará acontecendo se não houver mais informação disponível para reduzir o preconceito.
Em relação às crianças é mais fácil, pois elas estão em formação e a escola é o lugar da educação e também do aprendizado da tolerância social. E as crianças recebem as informações com muito menos preconceito. Por isso é fundamental que nas escolas seja dito abertamente que fulano tem tiques quando for necessário; isso pode acabar com o bullying.
Enfim, o preconceito deve ser combatido por todos, mas cada um sabe de seus limites e até onde pode ir nessa causa. E lembrando que hoje é diferente de amanhã. Se hoje não for possível , amanhã talvez seja.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Capítulo sobre neuropsicocirurgia da Resolução do Conselho Federal de Medicina (aplica-se às cirurgias para TOC e Tourette refratários a tratamento)
RESOLUÇÃO CFM nº 2.057/13
Consolida as diversas
resoluções da área da Psiquiatria e reitera os princípios universais de
proteção ao ser humano, à defesa do ato médico privativo de psiquiatras e aos
critérios mínimos de segurança para os estabelecimentos hospitalares ou de
assistência psiquiátrica de quaisquer naturezas, definindo também o modelo de
anamnese e roteiro pericial em psiquiatria.
O CONSELHO FEDERAL DE
MEDICINA, no uso das atribuições que lhe confere a Lei nº 3.268, de 30 de
setembro de 1957, alterada pela Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de 2004,
regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, e Decreto nº
6.821, de 14 de abril de 2009, e a Lei 12.842/13, de 10 de julho de 2013, e
CONSIDERANDO a
necessidade de serem criadas normas brasileiras que estejam em consonância com
a Constituição Federal, com o disposto no Decreto-lei nº 20.931/32, artigos 15
e 16 e respectivos incisos, alíneas e parágrafos, artigos 24 a 29 e parágrafos,
com a Lei nº 3.999/61, artigo 15, com a Lei nº 10.216/01, com o Código de Ética
Médica e com base na Resolução CFM nº 1.952/10, que adota as diretrizes para um
modelo de assistência integral em saúde mental no Brasil;
CONSIDERANDO que
deve ser proporcionada assistência psiquiátrica efetiva, que garanta aos
pacientes o atendimento de suas necessidades de saúde em qualquer ambiente
(hospitalar, ambulatorial, em consultório isolado ou em ambientes
comunitários), de acordo com as necessidades de cada indivíduo; CONSIDERANDO a necessidade de
regulamentar as terapêuticas psiquiátricas disponíveis, bem como o tratamento
involuntário e compulsório quando necessário;
CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na sessão plenária de 20 de
setembro de 2013,
CAPÍTULO VIII
DA NEUROPSICOCIRURGIA
Art. 19. A
neuropsicocirurgia e quaisquer tratamentos invasivos e irreversíveis para
doenças mentais não devem ser realizados em pacientes que estejam involuntária
ou compulsoriamente internados em estabelecimento de assistência psiquiátrica,
exceto com prévia autorização judicial, obedecendo ao prerrequisito de
fundamentação mediante laudo médico.
§ 1º Nos demais casos, segundo os ditames da Lei
nº 10.216/01 e do Código de Ética Médica, deverão ser precedidos de
consentimento esclarecido do paciente ou de seu responsável legal e aprovação
pela Câmara Técnica de Psiquiatria do Conselho Regional de Medicina, homologada
por seu plenário. § 2º A Câmara Técnica
de Psiquiatria do Conselho Regional de Medicina contará em sua composição,
obrigatoriamente, com a presença de conselheiro. § 3º Cabe à Câmara Técnica de Psiquiatria elaborar
o parecer conclusivo que deverá ser apreciado pelo plenário do Conselho
Regional de Medicina, para só então ser autorizado o procedimento.
§4º Caso necessário,
a Câmara Técnica de Psiquiatria poderá requisitar o concurso de profissionais
de áreas afins à Medicina, para avaliações complementares.
Art. 20. A indicação
de neuropsicocirurgia deverá ser feita pelo médico assistente e respaldada por
meio de laudo, por um psiquiatra e um neurocirurgião pertencentes a serviços
diversos daquele do médico que a prescreveu.
§ 1º Este laudo deve
ser original, destacando em sua conclusão o diagnóstico da doença, bem como
duração e refratariedade a toda a medicação disponível indicada àquele caso e a
todos os tratamentos coadjuvantes aplicados sem resposta.
§ 2º Neste documento, deverá constar a indicação
do melhor método cirúrgico a ser adotado, emitido pelo neurocirurgião.
§ 3º Os casos omissos
ou com potenciais conflitos devem ser encaminhados ao Conselho Federal de
Medicina, para avaliação e deliberação em parecer conclusivo e conjunto das
câmaras técnicas de Psiquiatria e Neurocirurgia.
§ 4º A indicação
de neuropsicocirurgia deverá observar os seguintes critérios:
a) Diagnóstico
psiquiátrico realizado observando-se a Classificação
Estatística
Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à
Saúde, em sua versão atualizada
(CID-10);
b)
Doença mental com duração mínima de 5 anos, a não ser
em casos excepcionais, referendada por junta médica formada por um psiquiatra e
um neurocirurgião, designados pelo presidente do Conselho Regional de Medicina
para produzir contraprovas, obedecendo ao rito previsto no art.
19 e parágrafos;
c)
Refratariedade da doença ou transtorno aos tratamentos
psiquiátricos, adequado àquela condição clínica.
§ 5° A câmara
técnica, ao se manifestar, deverá estar convencida de que o tratamento proposto
é o que melhor atende às necessidades de saúde do paciente.
§ 6º Todo este
procedimento será registrado em prontuário, permanecendo, com os devidos
resguardos ao sigilo, à disposição das autoridades constituídas.
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tourette
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Música de Marty Denton sobre sua vida com Tourette
Clique para ver o vídeo. Uma música lindíssima , tocante, sobre uma pessoa que vive há sessenta anos com seus tiques.
abaixo, uma tradução , adaptada da tradução de NG, mãe de um portador de ST grave, que gentilmente traduziu para os companheiros de facebook e eu me dei a liberdade de pegar emprestado.
“Lembro-me de quando eu era apenas um menino
Eu disse Mamma algo está errado,
Por que eu faço essas coisas que eu faço?
Será que elas vão estar aqui por muito tempo?
Ela me abraçou e chorou e disse "vc vai ficar bem ",
Basta andar com a cabeça erguida que você vai ser livre um dia.
Será que algum dia vai embora
Bem, alguns me deixaram, mas outros ficaram.
Sempre ficando no meu caminho
Mas, mesmo depois de todos esses anos
Minha amiga ilumina meu dia
Ela me dá esperança e me faz lembrar
O que a minha mamãe costumava dizer
Coro
“A sombra ao meu lado se tornou minha melhor amiga,
Ela nunca riu de mim ou virou as costas e sorriu.
Tudo o que eu faria, ela iria fazer também.
A sombra ao meu lado, com certeza me ajudou a seguir adiante.”
Coro
Perguntei-lhe por que não posso ser como todo mundo?
Com lágrimas nos olhos, ela me segurou perto
E disse que basta ser você mesmo,
Coro
A sombra ao meu lado se tornou minha melhor amiga,
Ela nunca iria rir de mim ou virar as costas ou sorrir
Às vezes, tarde da noite, ela está lá, à luz das velas,
A sombra do meu lado ainda ajuda e faz tudo ficar bem.
À sombra ao meu lado, obrigada minha amiga."
abaixo, uma tradução , adaptada da tradução de NG, mãe de um portador de ST grave, que gentilmente traduziu para os companheiros de facebook e eu me dei a liberdade de pegar emprestado.
“Lembro-me de quando eu era apenas um menino
Eu disse Mamma algo está errado,
Por que eu faço essas coisas que eu faço?
Será que elas vão estar aqui por muito tempo?
Ela me abraçou e chorou e disse "vc vai ficar bem ",
Basta andar com a cabeça erguida que você vai ser livre um dia.
Será que algum dia vai embora
Bem, alguns me deixaram, mas outros ficaram.
Sempre ficando no meu caminho
Mas, mesmo depois de todos esses anos
Minha amiga ilumina meu dia
Ela me dá esperança e me faz lembrar
O que a minha mamãe costumava dizer
Coro
“A sombra ao meu lado se tornou minha melhor amiga,
Ela nunca riu de mim ou virou as costas e sorriu.
Tudo o que eu faria, ela iria fazer também.
A sombra ao meu lado, com certeza me ajudou a seguir adiante.”
Coro
Perguntei-lhe por que não posso ser como todo mundo?
Com lágrimas nos olhos, ela me segurou perto
E disse que basta ser você mesmo,
Coro
A sombra ao meu lado se tornou minha melhor amiga,
Ela nunca iria rir de mim ou virar as costas ou sorrir
Às vezes, tarde da noite, ela está lá, à luz das velas,
A sombra do meu lado ainda ajuda e faz tudo ficar bem.
À sombra ao meu lado, obrigada minha amiga."
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Papel do Magnésio na Síndrome de Tourette
O magnésio é um mineral essencial utilizado na síntese de proteínas, no transporte de energia e em mais de 300 reações químicas que ocorrem diariamente no organismo. O magnésio que ajuda as células nervosas e músculos funcionar corretamente. Você pode obter o magnésio em alimentos como vegetais de folhas verdes, carne, peixe, feijões, ervilhas e bananas. Você também pode obter magnésio de suplementos alimentares.
Foi publicado em uma revista científica um projeto que comparará pacientes com Tourette tomando magnésio com pacientes tomando um placebo. Ainda não foi publicado nenhum resultado do estudo.
Estou começando a dar magnésio a meus pacientes. Em breve espero poder postar resultados desta experiência aberta, não controlada.
sábado, 3 de maio de 2014
Coprolalia na síndrome de Tourette
A coprolalia, ou seja, o tique vocal de falar palavrões, foi considerado por muito tempo o sinal patognomônico da síndrome de Tourette após a publicação dos 9 casos feita por Gilles de La Tourette a pedido de Charcot em 1889. Posteriormente, ao verificar-se que a coprolalia não era tão frequente assim, deixou de fazer parte necessária para o diagnóstico.
Acaba de sair um novo estudo que tenta elucidar quais as características que acompanham a presença de coprolalia na ST. Os autores encontraram que um quarto apresentava algum coprofenômeno. A média de idade de início foi 12 anos, variando de 4 a 33 anos de idade. Os casos que apresentavam esses sintomas eram os que mais frequentemente tinham comorbidades e tinham os casos mais graves, indicando que talvez a presença de coprolalia possa refletir uma maior gravidade e maior acometimento de regiões cerebrais.
Acaba de sair um novo estudo que tenta elucidar quais as características que acompanham a presença de coprolalia na ST. Os autores encontraram que um quarto apresentava algum coprofenômeno. A média de idade de início foi 12 anos, variando de 4 a 33 anos de idade. Os casos que apresentavam esses sintomas eram os que mais frequentemente tinham comorbidades e tinham os casos mais graves, indicando que talvez a presença de coprolalia possa refletir uma maior gravidade e maior acometimento de regiões cerebrais.
Neurol Neurochir Pol. 2014;48(1):1-7. doi: 10.1016/j.pjnns.2013.03.001. Epub 2014 Jan 23.
Coprolalia and copropraxia in patients with Gilles de la Tourette syndrome.
Abstract
BACKGROUND AND PURPOSE:
Involuntary expression of socially unacceptable words (coprolalia) or gestures (copropraxia) is the best-known symptom of Gilles de Tourette syndrome (GTS) that contributes to the social impairment. The aim of the study was to assess the prevalence, age at onset and co-occurring symptoms of coprophenomena.
MATERIALS AND METHODS:
One hundred and sixty-eight consecutive subjects with GTS including 94 adults and 74 children and aged between 4 and 54 years (mean: 18.0±8.3) were studied. Demographic and clinical data were obtained from medical history and neurological examination.
RESULTS:
Coprolalia or copropraxia appeared in 44 patients. Both coprophenomena were present in 9 patients. Coprolalia occurred in 25.0% (n=42) and copropraxia in 6.5% (n=11) of patients. Mean age at onset was 12.2±5.7 years (range: 4-33) for coprolalia and 12.4±4.9 years (range: 7-24) for copropraxia. Coprolalia started 4.4±3.7 years (range: 0-16) after the onset of disease; copropraxia started 6.1±4.0 years (range: 1-12) after the onset of the disease. Coprolalia began in adulthood in six patients only, and copropraxia in one person. In six patients, coprolalia appeared in the first year of the disease. Copropraxia was never seen in the first year of the disease. Coprophenomena were more frequent in patients with comorbid mental disorders, behavioral problems and severe tics. Three quarters of patients reported significant influence of coprophenomena on daily living.
CONCLUSIONS:
Coprophenomena affect one quarter of GTS patients, appear in the time when tics are most severe, and are positively associated with comorbidity and more severe form of disease. Coprophenomena may reflect more widespread dysfunction of brain in GTS.
Copyright © 2014 Polish Neurological Society. Published by Elsevier Urban & Partner Sp. z o.o. All rights reserved.
Exercício Físico melhora os tiques?
Acaba de ser publicado um estudo em que 18 jovens com ST foram observado antes, durante e após a realização de exercícios físicos.
Os tiques melhoraram durante e depois dos exercícios além de ter havido melhora em ansiedade e depressão.
Assim, continua em pé a recomendação de que esportes e exercícios físicos em geral podem ajudar no tratamento dos tiques.
Os tiques melhoraram durante e depois dos exercícios além de ter havido melhora em ansiedade e depressão.
Assim, continua em pé a recomendação de que esportes e exercícios físicos em geral podem ajudar no tratamento dos tiques.
Behav Modif. 2014 Apr 28. [Epub ahead of print]
Reduced Tic Symptomatology in Tourette Syndrome After an Acute Bout of Exercise: An Observational Study.
Abstract
In light of descriptive accounts of attenuating effects of physical activity on tics, we used an experimental design to assess the impact of an acute bout of aerobic exercise on tic expression in young people (N = 18) with Tourette Syndrome (TS). We compared video-based tic frequency estimates obtained during an exercise session with tic rates obtained during pre-exercise (baseline) and post-exercise interview-based sessions. Results showed significantly reduced tic rates during the exercise session compared with baseline, suggesting that acute exercise has an attenuating effect on tics. Tic rates also remained reduced relative to baseline during the post-exercise session, likely reflecting a sustained effect of exercise on tic reduction. Parallel to the observed tic attenuation, exercise also had a beneficial impact on self-reported anxiety and mood levels. The present findings provide novel empirical evidence for the beneficial effect of exercise on TS symptomatology bearing important research and clinical implications.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
Reportagem sobre Tourette na TV Novomundo
domingo, 20 de abril de 2014
Meu filho tem tique de piscar os olhos: e agora?
Muitos pais trazem seus filhos para consulta quando observam tiques de piscar os olhos em seus filhos. A maioria vai primeiro ao oculista, ao alergologista, ao neurologista e por fim ao psiquiatra. O artigo abaixo relata um estudo que foi feito com crianças de 8 anos em acompanhamento por alguns anos (média de 6 anos) e que de início apresentavam tiques de olhos: piscar, rodar e abrir os olhos forçadamente e não tinham um diagnóstico de Tourette ou TOC. Das 32 crianças que foram reavaliadas, 10, ou seja, 1/3, preenchia critérios para ST. Ou seja, embora este seja um estudo pequeno, mostra que há 33% de chance de que tiques nos olhos possam ser o início de um quadro de Tourette.
The long-term outcomes of ocular tics in a pediatric neuro-ophthalmology practice.
Abstract
PURPOSE:
To describe the outcome and comorbidities of ocular tics in children evaluated by a pediatric neuro-ophthalmologist.
METHODS:
The medical records of all consecutive patients in a pediatric neuro-ophthalmology practice diagnosed with ocular tics (eye rolling, blinking, and widening) were retrospectively reviewed. Children with known secondary causes for tics were excluded. Patients, parents, and/or guardians were contacted by telephone to obtain follow-up information.
RESULTS:
A total of 43 patients were included in the retrospective cohort, with a mean age of 7.8 ± 4.8 years at diagnosis. Thirty-two patients participated in the follow-up survey, with an average follow-up of 6.1 ± 3.9 years. None of the 43 children carried a diagnosis of Tourette syndrome or obsessive-compulsive disorder (OCD) at presentation; 1 child had attention deficit hyperactivity disorder (ADHD). At follow-up, 14 of the 32 children (44%) had persistent ocular tics, 3 (9%) reported new nonocular motor tics, 5 (16%) reported new vocal tics, and 4 (13%) developed both nonocular motor and vocal tics. One patient (3%) was formally diagnosed with Tourette syndrome during the follow-up interval, and 3 (9%) were diagnosed with ADHD.
CONCLUSIONS:
Almost half of the children with ocular tics at presentation had persistent ocular tics on follow-up. New nonocular motor and vocal tics occurred in several patients.
Coprolalia e copropraxia em Tourette
Neurol Neurochir Pol. 2014;48(1):1-7. doi: 10.1016/j.pjnns.2013.03.001. Epub 2014 Jan 23.
Coprolalia and copropraxia in patients with Gilles de la Tourette syndrome.
Abstract
BACKGROUND AND PURPOSE:
Involuntary expression of socially unacceptable words (coprolalia) or gestures (copropraxia) is the best-known symptom of Gilles de Tourette syndrome (GTS) that contributes to the social impairment. The aim of the study was to assess the prevalence, age at onset and co-occurring symptoms of coprophenomena.
MATERIALS AND METHODS:
One hundred and sixty-eight consecutive subjects with GTS including 94 adults and 74 children and aged between 4 and 54 years (mean: 18.0±8.3) were studied. Demographic and clinical data were obtained from medical history and neurological examination.
RESULTS:
Coprolalia or copropraxia appeared in 44 patients. Both coprophenomena were present in 9 patients. Coprolalia occurred in 25.0% (n=42) and copropraxia in 6.5% (n=11) of patients. Mean age at onset was 12.2±5.7 years (range: 4-33) for coprolalia and 12.4±4.9 years (range: 7-24) for copropraxia. Coprolalia started 4.4±3.7 years (range: 0-16) after the onset of disease; copropraxia started 6.1±4.0 years (range: 1-12) after the onset of the disease. Coprolalia began in adulthood in six patients only, and copropraxia in one person. In six patients, coprolalia appeared in the first year of the disease. Copropraxia was never seen in the first year of the disease. Coprophenomena were more frequent in patients with comorbid mental disorders, behavioral problems and severe tics. Three quarters of patients reported significant influence of coprophenomena on daily living.
CONCLUSIONS:
Coprophenomena affect one quarter of GTS patients, appear in the time when tics are most severe, and are positively associated with comorbidity and more severe form of disease. Coprophenomena may reflect more widespread dysfunction of brain in GTS.
Copyright © 2014 Polish Neurological Society. Published by Elsevier Urban & Partner Sp. z o.o. All rights reserved.
sábado, 19 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
Tourette e Alergias
Na prática clínica eu já tinha percebido que as crianças com Tourette tinha e grande frequência doenças alérgicas tais como rinite, bronquite, asma etc. Alguns pacientes meus desenvolveram Púrpura Trombocitopênica que é uma reação a medicamento com baixa das plaquetas e que parece ter origem autoimune.
Dada a frequência da associação entre rinite alérgica e os tiques de nariz (mexer o nariz, fungar etc), atualmente é prática corrente eu tratar a rinite dos pacientes além de tratar os tiques, sendo o resultado muito melhor.
Pois bem, começaram a aparecer estudos que comprovam a associação entre doenças alérgicas e a Tourette:
Dada a frequência da associação entre rinite alérgica e os tiques de nariz (mexer o nariz, fungar etc), atualmente é prática corrente eu tratar a rinite dos pacientes além de tratar os tiques, sendo o resultado muito melhor.
Pois bem, começaram a aparecer estudos que comprovam a associação entre doenças alérgicas e a Tourette:
Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2014 Feb;18(3):303-10.
Association of Tourette syndrome and obsessive-compulsive disorder with allergic diseases in children and adolescents: a preliminary study.
Abstract
OBJECTIVES:
To investigate the rate of allergic diseases including asthma, allergic rhinitis and eczema in children and adolescents diagnosed with obsessive-compulsive disorder (OCD) (n:26) and/or Tourette syndrome (TS) (n:32) [OCD plus TS, n:13] compared to control subjects (n:35) [total, n:80].
PATIENTS AND METHODS:
The symptoms of any allergic disease were assessed using the ISAAC questionnaire form. Allergy diagnoses were made by a pediatric allergy specialist. Skin prick tests were applied, and IgE levels and eosinophil counts were measured.
RESULTS:
While only one-fifth of the control subjects had allergic diseases, more than half of the children with TS and/or OCD had comorbid allergic diseases. Positive skin prick tests were greater in OCD patients compared to control subjects. There were no significant differences between the groups in terms of eosinophil counts or IgE levels. Among the allergic diseases, while allergic rhinitis was diagnosed at significantly higher rates in TS patients, eczema was significantly higher in OCD patients compared to control subjects.
CONCLUSIONS:
This preliminary study shows an association between allergic diseases and TS and/or OCD. The results revealing differences in associations between types of allergic disease (rhinitis or eczema) and neuropsychiatric disorder (tic disorder or OCD) need to be investigated in further studies with higher numbers of participants, and immune markers should be examined.
- PMID:
- 24563428
- [PubMed - in process]
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Luz no Fim do Túnel antes da cirurgia para Tourette?
Existe um dentista americano, chamado Brendan Stack, que trata transtornos do movimento, incluindo tiques, com um aparelho dental que modifica a posição da articulação têmporo-mandibular e, pelo fato de mudar a pressão sobre o quinto nervo craniano , reduziria o estímulo ao sistema nervoso central, diminuindo os tiques.
Ele tem uma página na internet, onde mostra vídeos de pacientes com várias patologias, inclusive casos com Tourette, que melhoram muito com o tratamento.
vejam os links aqui:
http://www.tmjstack.com/videos.html
https://www.youtube.com/watch?v=WyBbVutYsqg
Fiquei muito intrigada com esses resultados incríveis e entrei em contato com um dentista que trata apneia do sono com aparelhos orais e estamos trabalhando para testar esse tratamento em casos graves que não têm melhorado com medicação.
Quando tiver alguma boa novidade postarei aqui.
Ele tem uma página na internet, onde mostra vídeos de pacientes com várias patologias, inclusive casos com Tourette, que melhoram muito com o tratamento.
vejam os links aqui:
http://www.tmjstack.com/videos.html
https://www.youtube.com/watch?v=WyBbVutYsqg
Fiquei muito intrigada com esses resultados incríveis e entrei em contato com um dentista que trata apneia do sono com aparelhos orais e estamos trabalhando para testar esse tratamento em casos graves que não têm melhorado com medicação.
Quando tiver alguma boa novidade postarei aqui.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Tourette no adulto
Meu amigo Auber me pediu que eu comentasse o tema aqui no blog.
A ST começa em geral na infância, mas pode começar na vida adulta. Os critérios do DSM (classificação americana de doenças mentais) exigem, para que se faça o diagnóstico, que os tiques comecem antes dos 18 anos de idade. O TSA Study Group considera que podem começar até os 21 anos de idade.
40% começam antes dos 6 anos de idade.
1% começa depois dos 16 anos de idade.
Assim, quando os tiques começam no fim da adolescência, é imperativo investigar causas orgânicas, pois tiques podem ser sintomas de outras doenças.
Curso natural
Tiques oscilam ao longo do tempo: durante um dia, uma semana, um mês, um ano. Oscilações são normais, com ou sem tratamento.
os tiques têm um pico de intensidade na puberdade, sendo o pior momento por volta dos 13 anos. Depois desse pico a tendência é melhorar, com ou sem tratamento.
1/3 ficará sem tiques na vida adulta.
1/3 terá tiques em menor intensidade.
1/3 permanecerá com os tiques iguais.
A ST começa em geral na infância, mas pode começar na vida adulta. Os critérios do DSM (classificação americana de doenças mentais) exigem, para que se faça o diagnóstico, que os tiques comecem antes dos 18 anos de idade. O TSA Study Group considera que podem começar até os 21 anos de idade.
40% começam antes dos 6 anos de idade.
1% começa depois dos 16 anos de idade.
Assim, quando os tiques começam no fim da adolescência, é imperativo investigar causas orgânicas, pois tiques podem ser sintomas de outras doenças.
Curso natural
Tiques oscilam ao longo do tempo: durante um dia, uma semana, um mês, um ano. Oscilações são normais, com ou sem tratamento.
os tiques têm um pico de intensidade na puberdade, sendo o pior momento por volta dos 13 anos. Depois desse pico a tendência é melhorar, com ou sem tratamento.
1/3 ficará sem tiques na vida adulta.
1/3 terá tiques em menor intensidade.
1/3 permanecerá com os tiques iguais.
terça-feira, 25 de março de 2014
Comorbidades em Tourette
O que é comorbidade? Comorbidade vem de co (junto) e morbus (doença). Ou seja, embora a ST possa acontecer como problema único, é muito frequente que seja acompanhada de outros problemas. Os mais frequentes são:
TOC- transtorno obsessivo-compulsivo- em 30% dos casos
TDAH- hiperatividade e déficit de atenção em 10% dos casos
depressão
outros transtornos de ansiedade, como fobias, ansiedade de separação na infância
transtorno da coordenação motora
transtornos do espectro autista
outros transtornos do espectro obsessivo como tricotilomania (arrancar cabelos), cutucar a pele etc
transtornos do sono, como pesadelos, insônia, terror noturno, bruxismo
Embora esses sejam os mais comuns, podem ocorrer quaisquer outros problemas mentais junto com a ST, como
distúrbios da aprendizagem, gagueira, transtorno bipolar, .
Por isso , o importante é consultar um bom profissional, capaz de avaliar o paciente como um todo, de preferência um psiquiatra.
TOC- transtorno obsessivo-compulsivo- em 30% dos casos
TDAH- hiperatividade e déficit de atenção em 10% dos casos
depressão
outros transtornos de ansiedade, como fobias, ansiedade de separação na infância
transtorno da coordenação motora
transtornos do espectro autista
outros transtornos do espectro obsessivo como tricotilomania (arrancar cabelos), cutucar a pele etc
transtornos do sono, como pesadelos, insônia, terror noturno, bruxismo
Embora esses sejam os mais comuns, podem ocorrer quaisquer outros problemas mentais junto com a ST, como
distúrbios da aprendizagem, gagueira, transtorno bipolar, .
Por isso , o importante é consultar um bom profissional, capaz de avaliar o paciente como um todo, de preferência um psiquiatra.
domingo, 23 de março de 2014
Remédios para Tourette
Até a década de 1980 a única coisa que se prescrevia para os tiques era haloperidol e pimozida. Ainda hoje essas medicações são prescritas, mas existem alternativas com menos efeitos colaterais. Atualmente, quando recebo pacientes com Tourette mais graves, que já passaram por vários médicos, e vejo que alguns deles tentaram outras coisas para os tiques, fico feliz, pois percebo que o conhecimento sobre como tratar os tiques está se espalhando. Antes era difícil que alguém fizesse o diagnóstico e quando se fazia, não se sabia tratar. Agora, ao ver que profissionais em várias partes do Brasil estão recomendando meu livro (clique aqui para informações) e se arriscando a tratar os tiques com medicações que não os antipsicóticos de primeira geração, fico muito satisfeita e vendo que meu objetivo está sendo alcançado. A pequenos passos, mas continuamente.
As medicações para tratar os tiques são:
antipsicóticos de primeira geração: haloperidol, pimozida, trifluoperazina, flufenazina
antipsicóticos de segunda geração: aripiprazol, olanzapina, ziprasidona, risperidona, quetiapina
antipsicóticos antigos mas com perfil de segunda : sulpirida, amisulprida
alfa adrenérgicos: clonidina e guanfacina
anticonvulsivantes: topiramato
depletores de dopamina: tetrabenazina
toxina botulínica
experimental : estimulação cerebral profunda (ver mais informações aqui)
Se seu neurologista ou psiquiatra não tem conhecimento aprofundado para tratar do seu caso, forneça a ele o livro sobre Tourette, forneça o endereço deste blog e meu site (clique aqui para meu site) .
A pessoa com Tourette costuma ter muitas comorbidades (depressão, TDAH, TOC), por isso recomendo um psiquiatra, infantil para as crianças ou adolescentes e de adultos para os adultos.
Se você está sem esperança, achando que já tentou de tudo e nada deu certo, leia o material indicado e veja que existem muitas alternativas. Sempre há luz no fim do túnel, caso contrário, o túnel não chegou ao fim.
As medicações para tratar os tiques são:
antipsicóticos de primeira geração: haloperidol, pimozida, trifluoperazina, flufenazina
antipsicóticos de segunda geração: aripiprazol, olanzapina, ziprasidona, risperidona, quetiapina
antipsicóticos antigos mas com perfil de segunda : sulpirida, amisulprida
alfa adrenérgicos: clonidina e guanfacina
anticonvulsivantes: topiramato
depletores de dopamina: tetrabenazina
toxina botulínica
experimental : estimulação cerebral profunda (ver mais informações aqui)
Se seu neurologista ou psiquiatra não tem conhecimento aprofundado para tratar do seu caso, forneça a ele o livro sobre Tourette, forneça o endereço deste blog e meu site (clique aqui para meu site) .
A pessoa com Tourette costuma ter muitas comorbidades (depressão, TDAH, TOC), por isso recomendo um psiquiatra, infantil para as crianças ou adolescentes e de adultos para os adultos.
Se você está sem esperança, achando que já tentou de tudo e nada deu certo, leia o material indicado e veja que existem muitas alternativas. Sempre há luz no fim do túnel, caso contrário, o túnel não chegou ao fim.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Emergências Psiquiátricas em São Paulo
EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
-
HOSPITAL MUNICIPAL DO
JABAQUARA – DR. ARTHUR RIBEIRO SABOYA
Av. Francisco de Paula Quintanilha Ribeiro,
nº 860 – Jabaquara
Fones: 5011-5111 / 5011-5503 / 5011-5012 /
5011-1059
FAX: 5011-7901 Distritos: Jabaquara / Cidade
Ademar
-
PRONTO SOCORRO
MUNICIPAL DA LAPA – PROF. JOÃO CATARIN MEZOMO
Av. Queiroz Filho,
nº 313 – Lapa
Fones: 3022-4122 / 814-5649 Lapa / Pinheiros
/ Butantã
-
PRONTO SOCORRO
MUNICIPAL DA FREGUESIA DO Ó – 21 DE JUNHO
Av. João Paulo I,
1421 – Freguesia do Ó
Fones: 3975-1349 / 3975-5866 Freguesia do Ó /
Brasilândia / Cachoeirinha
-
PRONTO SOCORRO
MUNICIPAL SANTO AMARO – DR. JOSÉ SILVIO DE CAMARGO
Av. Adolpho
Pinheiro, 805 – Santo Amaro
Fones: 5523-1424 / 5523-1788/5523-1777 Santo
Amaro / Parelheiros / Grajaú
-
HOSPITAL MUNICIPAL DE
PIRITUBA – DR. JOSÉ SOARES HUNGRIA
Av. Menotti
Laudísio, nº 100 – Pirituba
Fones: 3974-7000 / 3974-0683 Fax: 3974-0683 Pirituba
/ Perus
-
HOSPITAL MUNICIPAL DO
TATUAPÉ – DR. CARMINO CARICCHIO
Av. Celso Garcia,
nº 4815 – Tatuapé
Fones: 2091-7000 / 2091-5292 / 3394-6980
Fax: 2091-5605 Tatuapé / Mooca / Carrão
-
HOSPITAL MUNICIPAL DO
JARDIM IVA – DR. BENEDITO MONTENEGRO
Av. Antonio
Lázaro, nº 226 Jardim Iva
Fones: 2721-8763
Fax: 2721-8454 Ramal. 102 Sapopemba / São
Mateus
-
CENTRO DE ATENÇÃO
INTEGRADA À SAÚDE MENTAL - CAISM VILA MARIANA
Irmandade da Santa
Casa de Misericórdia de São Paulo
Rua Major Maragliano, nº 241 – Vila Mariana
Fones: 5087-7000 – 5084-6711 / 3466-2100 Vila
Mariana / Sé / Santa Cecília
-
COMPLEXO HOSPITALAR DO
MANDAQUI
Av. Voluntários da
Pátria, nº 4301 – Mandaqui
Fones: 2281-5000 Santana / Tremembé / Jaçanã
-
HOSPITAL SANTA
MARCELINA ITAIM PAULISTA
Av. Marechal Tito,
nº 6035 – Itaim Paulista
Fone: 2563-6300 Itaim Paulista / Vila Curuça
-
HOSPITAL GERAL DE GUAIANASES
– JESUS TEIXEIRA DA COSTA
Rua Otelo Augusto
Ribeiro, nº 899 – Guaianases
Fones: 2551-3300 Guainazes / Cidade
Tiradentes
-
HOSPITAL MUNICIPAL DE
ERMELINO MATARAZZO – DR. ALÍPIO CORREA NETO
Alameda Rodrigo de
Brumn, nº 1989 – Ermelino Matarazzo
Fones: 2943-9944 Fax: 2943-9944 Ramal: 4227 Ermelino
Matarazzo / Penha / Vila Matilde
-
HOSPITAL MUNICIPAL DE
ITAQUERA – DR. WALDOMIRO DE PAULA
R. Augusto Carlos
Baumam, nº 1074 – Itaquera
Fones: 2944-6355 Itaquera / Cidade Líder
-
HOSPITAL MUNICIPAL DE
CAMPO LIMPO – DR. FERNANDO MAURO PIRES ROCHA
Estrada de
Itapecerica da Serra, nº 1661 – Campo Limpo
Fones: 5512-7650 / 5512-7651 / 5519-5828 D
FAX: 55117220 Campo Limpo / Capão Redondo /
Jardim São Luiz / Jardim Ângela
-
HOSPITAL SÃO PAULO
Rua Napoleão de
Barros, nº 715 – Vila Clementino
Fones: 5576-4033 / 5571-2098 Ipiranga /
Sacomã / Vila Prudente.
-
HOSPITAL MUNICIPAL DE
SÃO MIGUEL PAULISTA – TIDE SETUBAL
Rua Dr. José
Guilherme Eiras, nº 123 – São Miguel Paulista
Fones: 2297-0022 / 2297-0216
Fax: 2297-0550 São Miguel Paulista / Vila
Jacuí
quarta-feira, 12 de março de 2014
Serviços Que Prestam Assistência a Pacientes com Transtornos do Espectro Autista
SERVIÇOS PARA
ATENDIMENTO EM AUTISMO NA GRANDE SÃO PAULO
ABRA – Associação
Brasileira de Autismo
ñEndereço: Rua do
Lavapés, 1123
ñBairro: Cambuci
ñCEP: 01519-000
ñTelefone: (11)
3376-4400 Fax: (11) 3376-4403
ñInformações: A
ABRA congrega entidades ligadas ao autismo em todo o Brasil, representa os
interesses das pessoas com autismo em vários conselhos nacionais: CNS –
Conselho Nacional de Saúde (CISM Comissão Intersetorial de Saúde Mental), CNAS
– Conselho Nacional de Assistência Social (Comissão de Financiamento da
Assistência Social) e CONADE – Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa
Portadora de Deficiência (Comissão de Comunicação Social), CONANDA – Conselho
Nacional da Criança e do Adolescente. Presidente, vice-presidentes, diretores e
conselheiros são eleitos a cada 3 anos em assembléia geral, durante o Congresso
Brasileiro de Autismo.
ñ
AMA –
Associação de Amigos do Autista de São Paulo
ñCNPJ:
52.802.295.0001-13
ñEndereço: Rua do
Lavapés, 1123
ñBairro: Cambuci
ñCEP: 01519-000
ñTelefone: (11)
3376-4400 Fax: (11) 3376-4403
ñInformações:
Atende cerca de 180 pessoas com autismo em cinco unidades: rua do Lavapés, para
crianças de até 12 anos , Rua Luis Gama, para jovens e adultos com autismo de
alto funcionamento e ou síndrome de Asperger, na Rua Teodoreto Souto, para
jovens e adultos com autismo mais grave e a do sítio de Parelheiros, com
residência terapêutica e atendimento de meio período para não residentes (todo
espectro do autismo e de qualquer faixa etária). Na quinta e mais recente
unidade, o CAISME Philippe Pinel oferece atendimento para pessoas com
transtorno do espectro do autismo e em qualquer faixa etária. Oferece
atividades pedagógicas, ensino de atividades de vida diária, atividades
físicas, apoio à inclusão escolar, grupos terapêuticos, cursos de treinamento e
capacitação para profissionais, entre outros. Trabalha basicamente metodologia
TEACCH, combinada a várias outras técnicas, como PECS, Relation-play, grupos e
outros. Atende gratuitamente exclusivamente em convênio com o governo estadual,
com exceção da unidade da Luís Gama.
ñ
Ambulatório
de Cognição Social
ñEndereço: Rua
Borges Lagoa, 570 – 8º andar
ñBairro: Vila
Clementino
ñCEP: 04038-001
ñTelefone: (11)
5579-2828
ñInformações:
Unidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência (UPIA) Departamento de
Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina Universidade Federal de São Paulo
Criada em 2006, a UPIA tem como objetivo prestar assistência às crianças e
adolescentes acometidos ou em risco de desenvolverem transtornos mentais;
formar novos profissionais aptos para o atendimento de crianças e adolescentes;
e produzir novos conhecimentos acerca dos problemas de saúde mental de crianças
e adolescentes. O Ambulatório de Cognição Social, voltado para os transtornos
globais do desenvolvimento, presta os seguintes serviços às famílias: Atendimento
por residente de psiquiatria ou psiquiatra, para anamnese e triagem para
sintomas transtornos globais do desenvolvimento. Encaminhamento para avaliação
neuropsicológica, aplicação da Vineland, aplicação da ADI (Autism Diagnostic
Interview) por psicólogos. O caso é discutido por equipe multidisciplinar
(residentes de psiquiatria, psiquiatras, fonoaudiólogos, acompanhantes
terapêuticos e psicólogos). Retorno para a família sobre os resultados da
avaliação e orientação. Quando necessário há investigação genética. Se a
criança ou adolescente permanecer no ambulatório, a família é encaminhada para
o Grupo de Pais e acompanhamento longitudinal. Também há trabalho de formação
de profissionais e pesquisas.
ñ
AUMA –
Associação dos Amigos da Criança Autista
ñCNPJ:
38.893.038/0001 – 03
ñEndereço: Rua
César Zama, 257
ñBairro: Mandaqui
ñCEP: 02406-030
ñTelefone: (11)
2950-4914 | (11) 3384-6180
ñInformações:
Fundada em 1990, tem como objetivo maior criar programas educacionais de
adaptação social de crianças autistas. Faz atendimento de orientação,
encaminhamento e treinamento de familiares; treinamento e orientação de profissionais
interessados e estudantes; esclarecimento à comunidade em geral, através da
divulgação da temática autismo e atendimento educacional de crianças e
adolescentes autistas com todas as características de escola. Trabalha a partir
de avaliações específicas: PEP-R (Perfil Psicoeducacional Revisado), CARS
(Childhood Autism Rating Scale = Escala de Avaliação Patológica do Autismo),
Avaliação Psicomotora, Elaboração de Plano de Ensino individual, Atendimento
Psicopedagógico.
ñ
ñCAPS Centro de Apoio Psicossocial Infantil Penha
ñEndereço: Rua
Hercília, 452
ñBairro: Vila
Matilde
ñCEP: 03512-050
ñTelefone: (11)
2359-3090
ñInformações: O
local oferece tratamento a crianças e adolescentes com grave comprometimento
psíquico. A unidade tem capacidade para atender 155 usuários por mês. As
atividades oferecidas incluem atendimentos individuais e em grupos; consultas
médicas; passeios; grupos de família; visitas domiciliares; oficinas
terapêuticas, de geração de renda, e de atividade física; e atividades
culturais. Funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Os tratamentos
oferecidos nas unidades vão do autismo a esquizofrenia. Os pacientes são
atendidos por equipes multidisciplinares que oferecem, entre outras terapias, a
possibilidade de participação em grupos ocupacionais, psicoterápicos e
familiares.
ñ
CAPS
Infantil Brasilândia/Freguesia Do Ó
ñEndereço: Rua
Manuel Madruga, 129
ñBairro:
Freguesia do Ó
ñCEP: 02960-020
ñTelefone: (11)
3932-2683
ñInformações:
Funciona das 7:00 às 19:00 até 18 anos. Recebe, acolhe, faz uma triagem e se
for morador de Pirituba e Perus encaminha para o Pinel, agora especializado em
atendimento de autismo. Se for morador de Brasilândia e Freguesia do Ó, é
atendido pela equipe multiprofissional do próprio CAPSi, que conta com
psiquiatras, psicólogos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, terapeutas
ocupacionais, assistentes sociais e farmacêuticos.
ñ
CAPS
Infantil Ipiranga
ñEndereço: Rua
Sava, 44
ñBairro: Moinho
Velho
ñCEP: 04283-020
ñTelefone: (11)
2214-7364 | (11) 2214-7363
ñInformações:
Atende crianças e adolescentes até 18 anos. Equipe multidisciplinar, com
psiquiatra, psicólogo, assistente social. Pacientes normalmente encaminhados
pela escola ou pela UBS. Abrange região do Ipiranga, como Arapuá, Heliópolis,
Ipiranga, Pq Bristol, Jd Celeste, Olivieiro, Vila Brasilina, Moinho Velho e
outros.
ñCAPS Infantil Itaquera
ñEndereço: Rua
Bernardino Prudente, 86
ñBairro: Itaquera
ñCEP: 08255-020
ñTelefone: (11)
2521-1162 | Fax: (11) 2523-2477
ñInformações:
Atende região de Itaquera e parte de Guaianazes – possui equipe
multidisciplinar, ainda sem médico, e paciente normalmente são encaminhados via
UBS.
ñ
CAPS
Infantil Juventude Santo Amaro
ñEndereço: Rua
Iguatinga, 134 (em frente ao Hospital Regional Sul)
ñBairro: Santo
Amaro
ñCEP: 04744-040
ñTelefone: (11)
5521-9777 | Fax: (11) 5687-3666
ñInformações:
Atende crianças e adolescentes (até 18 anos) com principalmente terapia em
grupo e tipo de encaminhamento e possível atendimento depende de avaliação
inicial. Possui equipe multidisciplinar psiquiatra psicóloga, T.O. e
fonoaudiólogo.
ñ
CAPS
Infantil Santana 24 horas
ñEndereço: Rua
Conselheiro Moreira de Barros, 120
ñBairro: Santana
ñCEP: 02018-010
ñTelefone: (11)
2973-9434
ñInformações:
Atende bairros da Zona Norte da cidade. Faz acolhimento e triagem e atende
casos menos graves. Possui três consultórios, sala de medicação; salas para grupo
terapêutico; farmácia e brinquedoteca. Tem como parceiro para sua implantação a
Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, da UNIFESP.
ñ
CAPS
Infantil São Mateus
ñEndereço: Rua
Claudio Augusto Fernandes, 188
ñBairro: São
Mateus
ñCEP: 03963-100
ñTelefone: (11)
2012-5956
ñInformações:
Atende região de São Mateus, Tiradentes e redondezas.
ñ
CAPS
Infantil São Miguel Paulista
ñEndereço: Rua
Miguel de Oliveira, 195
ñBairro: São
Miguel Paulista
ñCEP: 080362-040
ñTelefone: (11)
2214-7364 | (11) 2214-7363 | (11) 2012-5956
ñInformações:
Atende crianças e adolescentes (até 18 anos) da Zona Leste do município de São
Paulo: São Miguel, Itaim e Ermelino Matarazzo, encaminhados pelos Postos de
Saúde da região. Agenda acolhimento avalia, história e decide melhor
encaminhamento (pode ser atendida pela própria equipe do CAPSi ou não).
ñ
CAPS
Infantil Sé
ñEndereço: Rua
Frederico Alvarenga, 259 – 3º andar
ñBairro: PQ. D.
Pedro II
ñCEP: 01020-030
ñTelefone: (11)
3104-3210 | (11) 3101-0156
ñInformações:
Funciona das 7:00 às 19:00, mas atende famílias das 8-18:00 para acolhimento e
avaliação – pede documento da criança e de preferência cartão do SUS. Não exige
avaliação prévia. O atendimento pode ser individual ou através de oficinas
terapêuticas, dependendo da avaliação. Equipe formada pro psiquiatra,
psicólogos, fonoaudiólogos, assistente social, educador físico.
ñ
CAPSI
Criança e Adolescente – Vila Prudente
ñEndereço: Av.
Zelina, 322
ñBairro: Vila
Prudente
ñCEP: 03143-001
ñTelefone: (11)
2341-9570
ñInformações: Nos
casos de autismo, atendem de preferência primeira infância (entre 3 e 7 anos),
para intervenção precoce, na linha psicodinâmica. Atende moradores da Vila
Prudente e Sapopemba.
ñCAPSi Lapa
ñEndereço: Rua
Bergson, 52 A
ñBairro: Parque
da Lapa
ñCEP: 05301-060
ñTelefone: (11)
3836-2690
ñInformações:
Atende crianças com autismo da região Centro-Oeste: Lapa, Pinheiros, Itaim
Bibi, Jaguaré, Jaguara, Vila Leopoldina, e redondezas – normalmente a família
passa primeiro por UBS (Unidade Básica de Saúde) e é encaminhada.
ñ
CAPSi Mooca
ñEndereço: Rua
Taquari, 549
ñBairro: Mooca
ñCEP: 03166-001
ñTelefone: (11)
2694-4628
ñInformações:
Atende região da Supervisão de Saúde Mooca-Aricanduva – 9 bairros: Heliópolis,
Brás, Pari, Belém, Agua Rasa, Tatuapé, Vila Formosa, Mooca e Aricanduva. Equipe
com psiquiatra, psicólogo, T.O., assistente social, etc.
ñCapsi Vila Maria
ñEndereço: R.
General Mendes, 111
ñBairro: Vila
Maria
ñCEP: 02127-020
ñTelefone: (11)
2967-8100
ñ
CAPSi –
Jabaquara e Cidade Vargas – Cria-Casinha
ñEndereço: Rua
Onze de Fevereiro, 318
ñBairro: Cidade
Vargas
ñCEP: 04319-020
ñTelefone: (11)
5021-8005
ñInformações:
Atende região de Jabaquara e Cidade Vargas, segunda a sexta das 8:30–17:30, de
preferência com encaminhamento do Posto de Saúde da região. Conta com equipe
multidisciplinar.
ñCarpe Diem
ñEndereço: Rua
Pintassilgo, 463
ñBairro: Moema
ñCEP: 04514-032
ñTelefone: (11)
5093-1888
ñInformações:
Jovens e adultos com deficiência intelectual, de ambos os sexos, acima de 14
anos. Grupo Terapêutico Programa Cidadania Ateliê Forma e Movimento Programa de
Educação Continuada Informática Vivendo com Autonomia Orientação Vocacional
Grupo Operativo Família: Encontro de Pais da Comunidade Encontro de Famílias
Encontro de Irmãos
ñCentro de Acompanhamento Psicopedagógico EDUCAR
ñEndereço: Rua
Mantiqueira, 74
ñBairro: Vila
Mariana
ñTelefone: (11)
5549-7894
ñCentro Pró-Autista
ñCNPJ:
03.763.483/0002-55
ñEndereço: Rua
Juréia, 1024 (Travessa da Rua Luis Góis)
ñBairro: Saúde
ñCEP: 04140-110
ñTelefone: (11)
5595-8553
ñInformações: O
Centro oferece duas modalidades de atendimento: clínico e acompanhamento
escolar. Atende atualmente 118 pessoas de 2 a 50 anos. Os serviços abrangem
atendimento clínico neuro-funcional, atendimento Médico, avaliação Diagnóstica,
TED – Terapia de Troca e Desenvolvimento, Ramain, Dia-Log, atividades
sensório-motoras, comunicação e expressão, comunicação e linguagem,
Musicoterapia, Artes, Educação Física e Esportes, Expressão Corporal, Oficinas
de trabalho pré- profissionalizante, Orientação Sistemática aos Pais. Oferece
cursos e organiza encontros profissionais e científicos. Serviço particular e
também convênio com a Secretaria da Saúde (tem fila de espera).
ñ
Clínica
Ability – privada
ñEndereço: Rua
Mariano Procópio, 267
ñBairro:
Monumento
ñCEP: 01548-020
ñTelefone: (11)
2219-2558
ñInformações:
Usando abordagem ABA (Análise do Comportamento Aplicada), oferece atendimento
clínico, atendimento domiciliar,consultoria, fisioterapia voltados
principalmente às pessoas com autismo.
ñ
Clínica
Anita Taub – Clínica de Neuropsicologia
ñEndereço: Rua
João Moura, 647 cj 24
ñBairro: Jardim
América
ñCEP: 05412-911
ñTelefone: (11)
3081-7472
ñInformações:
Oferece acompanhamento terapêutico, diagnóstico psicopedagógico, ensino e
supervisão, intervenção psicopedagógica, psicodiagnóstico, reabilitação
neuropsicológica e terapia cognitivo comportamental, acompanhamento terapêutico
e orientação para pais de pacientes com transtornos neuropsiquiátricos.
ñClínica Passo – Unidade Pinheiros
ñEndereço: Rua
Mourato Coelho, 325 – Conj. 04
ñBairro:
Pinheiros
ñCEP: 05412-911
ñTelefone: (11)
9911-5347
ñInformações: Avaliação
Psicopedagógica e Neuropsicológica. Atendimento, reabilitação e intervenção
psicopedagógica, psicoterapêutica e comportamental.
ñClínica Passo – Unidade Zona Leste
ñEndereço: Rua
Chá de Frade, 131
ñBairro: Mooca
ñInformações:
Avaliação Psicopedagógica e Neuropsicológica. Atendimento, reabilitação e
intervenção psicopedagógica, psicoterapêutica e comportamental.
ñClinica PUCSP – “Ana Maria Poppovic”
ñTelefone: (11)
3670-8040 | (11) 3670-8041
ñ
Colégio
Pauliceia
ñEndereço: Rua
Dr. Jesuíno Maciel, 1833
ñBairro: Campo
Belo
ñCEP: 04615-005
ñTelefone: (11)
2344-1282
ñInformações:
Oferece Educação Infantil, Educação Fundamental I e II, Ensino Alternativo com
módulos multisseriados, uma sala de ensino baseado na metodologia ABA voltada
especificamente para crianças com autismo, além de atividades complementares
como Capoeira, Teatro, Informática, entre outras.
ñColégio Winnicott
ñEndereço:
Alameda Campinas, 1.111
ñBairro: Jardim
Paulista
ñCEP: 01404-001
ñTelefone: (11)
3884-5235
ñInformações:
Colégio regular, particular, especializado em atender alunos que apresentam
dificuldade na aprendizagem, dificuldade de atenção e de concentração nas
tarefas escolares, provenientes de diversos fatores. O número reduzido de
alunos em sala de aula permite que os professores e a equipe planejem
atividades específicas para cada aluno de modo que se possa observar e acolher
diferentes tipos de necessidades. Essa metodologia acolhe o ritmo pessoal de
cada aluno, privilegiando suas qualidades e fortalecendo sua autoestima. A
equipe multidisciplinar é composta por: Professores de áreas, Psicopedagogos,
Psicólogos, Psicomotricista, Terapeuta Familiar, Arte-Educador.
ñConVida – Acompanhamento Terapêutico em grupos para jovens
ñEndereço: Rua
Capote Valente, 439/ Cj. 95
ñBairro:
Pinheiros
ñTelefone: (11)
9770-0138 | (11) 9742-6823 | (11) 7275-2704 | (11) 7715-5560
ñInformações: O
ConVida é um projeto de acompanhamento terapêutico em grupo, que existe há
cinco anos, voltado para jovens que apresentam dificuldades na circulação e na
interação social. Este trabalho acontece através de encontros e saídas em grupo
nas quais os ATs (AcompanhantesTerapêuticos), atentos às dificuldades que
surgem nas atividades, promovem cuidados que favorecem o estabelecimento de
laços sociais e a autonomia. Os encontros ocorrem em espaços de lazer e cultura
da cidade como cinemas, shoppings, lanchonetes, discotecas, museus, na casa e
em outros lugares escolhidos pelo grupo. Esta é uma proposta terapêutica que se
realiza através da vivência em grupo.
ñEMAE – Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A.
ñEndereço: Av.
Nossa Senhora do Sabará, 5312
ñBairro: Vila
Emir
ñCEP: 04447-011
ñTelefone: (11)
5613-2100
ñEntreattos
ñTelefone: (11)
8789-2011
ñEquipe Novo Olhar
ñEndereço: Rua
Manoel da Nóbrega 354 cjto 21
ñCEP: 04001-001
ñTelefone: (11)
6138-1531
ñ
Escola
Indianopolis S/C Ltda
ñCNPJ:
51.230.266/0001-61
ñEndereço: Rua
Antonio de Macedo Soares, 414
ñBairro: Campo
Belo
ñCEP: 04607-000
ñTelefone: (11)
5543-6333 | Fax: (11) 5543-6323
ñInformações:
Metodologia usada: Acompanhamento contínuo através do DAE – Dossiê de Avaliação
Evolutiva, método desenvolvido em 30 anos de experiência. Trabalham com
atendimento escolar de crianças de 5 a 10 anos nos períodos manhã e tarde, e
crianças acima de 10 anos com período integral, hoje com 60 alunos. Oferece
também atendimento clínico, independente do escolar. Instituição privada.
ñGrupo de Transtornos Invasivos do Desenvolvimento
ñEndereço: Rua da
Consolação, 930
ñBairro: Consolação
ñTelefone: (11)
2114-8152 (falar com Renata Velloso)
ñInformações:
Programa de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento Centro de Ciências
Biológicas e da Saúde. Universidade Presbiteriana Mackenzie O grupo de
Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (TID) tem o objetivo de avaliar
indivíduos com características compatíveis com os transtornos do espectro
autista, realizando juntamente pesquisas científicas na área e orientando as
famílias destes indivíduos. Faz uma primeira triagem para características que
indiquem um possível transtorno do espectro autista e, se for o caso, encaminha
para uma avaliação mais completa (anamnese, avaliação neuropsicológica,
avaliação fonoaudiológica, avaliação da cognição social, exame físico, exame
neurológico, avaliação do movimento ocular e aplicação de protocolos de
pesquisas científicas). Com os resultados da avaliação, um grupo
multidisciplinar faz o diagnóstico, baseado no DSM-IV e CID-10. Há um retorno
direto para a família, quando esta é informada sobre o diagnóstico e recebe
orientações. A família também recebe relatório escrito contendo todas as
informações e orientações. O grupo realiza atendimentos desde o ano de 2005. O
grupo de avaliação é coordenado por médico neuropediatra e a equipe é composta por
um médico geneticista, duas psicólogas e uma fonoaudióloga, além de vários
pesquisadores.
ñ
Grupo
Gradual
ñEndereço: Rua do
Livramento, 123
ñBairro: Vila
Mariana
ñCEP: 04008-030
ñTelefone: (11)
3559-7737 | (11) 3885-4602 | (11) 9109-4619
ñInformações:
Usando abordagem ABA (Análise do Comportamento Aplicada) oferece avaliação
comportamental, intervenção comportamental, inclusão escolar, consultoria e
intervenção à distância. Promove cursos para familiares e para profissionais.
Atende principalmente pessoas com autismo.
ñ
IDeA –
Intervenção em Desenvolvimento Atípico
ñEndereço: Travessa
Ponder, 64
ñBairro:
Ibirapuera
ñCEP: 04008-030
ñTelefone: (11)
3885-5636
ñInformações:
Metodologia usada: Atendimentos clínicos com diversos especialistas na
abordagem analítico comportamental (ABA), sempre em parceria com os diversos
profissionais e entidades que atendem a criança, o adolescente ou adulto.
ñ
Inspirados
pelo Autismo
ñTelefone: (11)
3711-4402
ñInformações:
Grupo especializado no método Son-Rise: oferece workshops e diversas
modalidades de atendimento (inclusive domiciliar) e orientação para pais e
profissionais.
ñ
Instituto de
Psiquiatria – IPq
ñEndereço: Av.
Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255
ñBairro:
Cerqueira César
ñCEP: 05403-000
ñTelefone: (11)
3069-6000
ñInformações:
Hospital das Clínicas de São Paulo
ñInteração Núcleo de Ass. ao excepcional
ñEndereço: Rua
Luisiania, 185
ñBairro: Brooklin
ñCEP: 04560-020
ñTelefone: (11
)5041-0084 | (11) 5093-7687
ñ
LUCCA –
Lúmen Unidade de Convivência da Criança Autista
ñEndereço: Rua
Pássaros e Flores, 336
ñBairro: Jardim
das Acácias
ñCEP: 04704-000
ñTelefone: (11)
5532-0368 | (11) 5543-8644
ñInformações:
Atende até 20 crianças, adolescentes e adultos da zona Sul de São Paulo, das 8
às 17:00. Segue orientação da Associação Autismo Europa, orientando a família
sobre as atividades de vida diária, realizando atividades de integração à
comunidade, preparando, quando possível, para inclusão em escola regular. É uma
associação de pais, que pagam os serviços conforme condição econômica da
família.
ñ
Lugar de
Vida – Centro de Educação Terapêutica
ñEndereço: Rua
Miragaia, 174
ñBairro: Butantã
ñCEP: 05511 – 020
ñTelefone: (11)
3097-9365 | Fax: (11) 3811- 9860
ñInformações: O
Lugar de Vida – Centro de Educação Terapêutica – é uma prestadora de serviços
clínicos e educacionais para crianças com Transtornos Globais de
Desenvolvimento – psicoses e autismo. De linha psicanalítica, oferece como
tratamentos: Grupos de Educação Terapêutica (GETs), Tratamento psicanalítico
individual, NIPI – Núcleo de Intervenção na Primeira Infância, Acompanhamento
escolar, Acompanhamento Terapêutico, Atendimento aos pais , Atendimento
fonoaudiológico, além de fornecer cursos de formação, estágios, supervisão e
grupos de estudos para profissionais.
ñ
LUMI –
Centro Terapêutico Educacional
ñCNPJ:
05.255.241/0001-03
ñEndereço: Rua
Campos do Jordão, 150
ñBairro: Butantã
ñCEP: 05516-040
ñTelefone: (11)
4113-0025
ñInformações:
Atende crianças a partir de 3 anos, adolescentes, jovens e adultos. O
atendimento escolar tem 23 alunos e usa o programa TEACCH (Treatment and
Education of Autistic and related Communication-handicapped CHildren –
Tratamento e educação de crianças com autismo e com deficiências de comunicação
relacionadas). O atendimento clínico é aplicado por especialistas na abordagem
analítico comportamental – ABA, com fonoaudióloga, terapia ocupacional e
psicoterapia. Oferece também atendimento domiciliar, cursos e palestras sobre
autismo.
ñNAAC – Núcleo de Análise Aplicada do Comportamento
ñEndereço: Rua
Coronel Paulino Carlos, 104
ñBairro: Paraíso
ñCEP: 04006-040
ñTelefone: (11)
3887-6539
ñInformações:
Metodologia usada: Nossa metodologia é baseada na Análise do Comportamento
Aplicada (ABA), uma linha da Psicologia. A Análise do Comportamento Aplicada
utiliza-se de métodos baseados em princípios científicos do comportamento para
construir habilidades socialmente relevantes e reduzir comportamentos
problemáticos que dificultam a interação e integração do indivíduo
ñ
ñNúcleo Paradigma
ñEndereço: Rua
Wanderley, 611 ñBairro: Perdizes
ñCEP: 05011-001 ñTelefone: (11)
3864-9732
ñInformações:
Trabalha com formação e atualização de terapeutas, acompanhantes terapêuticos e
gestores em recursos humanos e prestação de serviços em psicologia usando a
Análise do Comportamento. Oferece acompanhamento terapêutico, clínica
particular, clínica-escola, orientação profissional, planejamento e organização
de estudo, consultoria, formação e atualização de profissionais de recursos
humanos, terapia ocupacional. Oferece atendimento específico com método ABA
para crianças, adolescentes, jovens e adultos com desenvolvimento atípico.
ñProjeto Amplitude
ñEndereço: Rua
Capitão Cavalcante, 155
ñBairro: Vila
Mariana
ñTelefone: (11)
4304-9906
ñProjeto Estação Espacial
ñTelefone: (11)
3069-6509
ñInformações:
Reuniões: apenas às quartas-feiras, das 9h às 12h O projeto procura estabelecer
vínculos entre pessoas com Asperger, que apresentam dificuldade de
sociabilização e de comunicação. Tem como objetivo tentar criar relações
afetivas e incentivar as conversas entre os pacientes. Desenvolvido pelo
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo em parceria com
a Associação Amigos do Autista (AMA), para o tratamento de pacientes autistas.
Brinquedoteca do Ipq O espaço possui jogos, brinquedos de montar, fantasias e
espaço para exercícios Fruto de uma parceria com a distribuidora dos brinquedos
Lego, a nova sala é um marco nas reformas do Instituto O local é dedicado a
atividades lúdicas para crianças em tratamento Espaço dedicado a atividades
lúdicas para crianças em tratamento. Fruto de uma parceria com a distribuidora
dos brinquedos Lego, a sala é um marco nas reformas do Instituto, que tem um
dos poucos centros brasileiros de psiquiatria voltado para crianças e
adolescentes. O presidente do conselho diretor do IPq, professor Wagner Gattaz,
afirma que o brinquedo é capaz de oferecer ferramentas importantes para um
diagnóstico mais apurado durante o tratamento. “Então, com o brincar, além de
obtermos informações sobre o quadro clínico da criança, podemos descobrir como
é a inserção dela em um grupo social – saber se é uma criança sociável ou uma
criança autista”, exemplifica. Os pais também podem ter a possibilidade de
aprender a brincar com seus filhos com orientação de um psiquiatra do
Instituto.
ñ
Projeto Pipa
– Projeto de Integração Pró Autista
ñEndereço: Rua
Soldado João Pereira da Silva, 273 ñBairro: Parque
Novo Mundo
ñCEP: 02189-010 ñTelefone: (11)
2633-2356
ñInformações:
Grupo formado por pais de crianças portadoras de autismo e simpatizantes. para
a implantação no Brasil do método TVD (Terapia de Atividade de Vida Diária)
desenvolvida no Japão. A TVD também é usada na Boston Higashi School e na
Musashino Higashi Gakuen em Tokyo e na Fundación para la Educación de Niños
Autistas “Kibo”, no Uruguai. Atende atualmente 8 pessoas. Requisitos básicos
para seleção e possível ingresso: - portadores de autismo diagnosticados com
atestado médico. - crianças autistas na faixa etária de 5 a 9 anos
ñRecanto Arco- Íris Escola de Educação Especial
ñEndereço: Av.
Nova Cantareira , 5075 ñBairro: Tremembé
ñCEP: 01404-001 ñTelefone: (11)
3335-9289
ñInformações:
Instituição particular especializada no Espectro Autista, atende crianças até
12 anos, através de atendimento multidisciplinar (Psicologia, Fonoaudiologia,
Terapia Ocupacional, Psicopedagogia, Musicoterapia, Psicomotricidade e
Fisioterapia) baseado na teoria cognitivo comportamental (ABA/PAD). Obs.: O PAD
(Programa de Aprendizagem e Desenvolvimento) foi desenvolvido pela equipe do
Espaço Terapêutico, cuja descrição encontra-se no livro ESPECTRO AUTISTA,
publicado em 2012, de autoria da Psicóloga Maria Helena Jansen de Mello Keinert
e do Neuropediatra Dr Sérgio Antoniuk.
ñRecanto Arco-Íris – Escola de Educação Especial
ñEndereço: Rua
Caucaia do Alto , 59 CEP: 03271-030
ñTelefone: (11)
2204-4367 | (11) 2996-6996
ñVida Escola Integrada de Educação Especial
ñEndereço: Rua
costa rego 43A ñBairro: Vila
Guilhermina ñTelefone: (11)
2654-0451
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