domingo, 25 de maio de 2014

Tenho Tourette: conto ou não conto às pessoas com quem convivo?

Essa é uma questão que preocupa muito os pais de quem tem Tourette e os próprios portadores de tiques. Oriento que para decidir como lidar com essa situação conversem com seu psiquiatra e com seu terapeuta. Mas vou elencar aqui alguns tópicos para que ajudem a pensar no tema:
1- Preconceito: as pessoas têm medo de dizer que sofrem de algum problema mental pois existe muito preconceito. É verdade. Não há problema nenhum em dizer "sou diabético", "tenho pressão alta" ou "estou gripado". No entanto, dizer "tenho depressão", "tenho Tourette" pode levantar a pulga de que a pessoa é louca, é doente mental, não é inteligente etc. E isso dá medo: como vão nos olhar se souberem que fazemos coisas que não queremos? Se por um lado ao esconder nossas dificuldades estamos nos protegendo de julgamentos alheios, por outro lado, estaremos perpetuando o preconceito, pois estamos nos comportando como os errados fôssemos nós e não a sociedade preconceituosa. Além disso, como combater o preconceito se não educamos as pessoas sobre o que de fato é o nosso problema?
2- Conseguir tolerância e ajuda: se as pessoas não sabem de nossas dificuldades e nossos limites, como poderão nos compreender e nos respeitar? Por exemplo, se uma pessoa com coprolalia não explica que tem tiques involuntários, será considerada mal-educada. No entanto, se explicar que tem um tique que é difícil de controlar que a faz dizer coisas que não deve, existe a possibilidade de que as pessoas consigam ignorar esse comportamento, pois não se sentirão pessoalmente ofendidas.
3- Estímulo à solidariedade: vivemos em um mundo individualista. Se nos retraímos e escondemos os nossos problemas, como poderemos esperar que as relações se modifiquem? Como esperar que o mundo se torne mais solidário se não pedimos solidariedade?
4- A união faz a força: se todos os que sofrem de um determinado problema se juntam em sua dor, encontram forças para lutarem juntos por uma causa comum. Para falar mais alto, devem falar em uníssono. Assim, aumentam as chances de que sejam ouvidos em suas necessidades e requisições.

Sei que falar é fácil e a realidade é bem difícil. Atendo muitos profissionais competentíssimos que sofrem com a ST (médicos, empresários, engenheiros, delegados,até um piloto de avião!) e preferem não se expor. A situação é de fato delicada, em especial para quem ainda não está bem colocado no meio profissional. Temem ter tiques em uma entrevista e serem reprovados. Temem ser discriminados quando surgem oportunidades de promoção. Tudo isso pode de fato acontecer e continuará acontecendo se não houver mais informação disponível para reduzir o preconceito.
Em relação às crianças é mais fácil, pois elas estão em formação e a escola é o lugar da educação e também do aprendizado da tolerância social. E as crianças recebem as informações com muito menos preconceito. Por isso é fundamental que nas escolas seja dito abertamente que fulano tem tiques quando for necessário; isso pode acabar com o bullying.

Enfim, o preconceito deve ser combatido por todos, mas cada um sabe de seus limites e até onde pode ir nessa causa. E lembrando que hoje é diferente de amanhã. Se hoje não for possível , amanhã talvez seja.

  

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Capítulo sobre neuropsicocirurgia da Resolução do Conselho Federal de Medicina (aplica-se às cirurgias para TOC e Tourette refratários a tratamento)

RESOLUÇÃO CFM nº 2.057/13


Consolida as diversas resoluções da área da Psiquiatria e reitera os princípios universais de proteção ao ser humano, à defesa do ato médico privativo de psiquiatras e aos critérios mínimos de segurança para os estabelecimentos hospitalares ou de assistência psiquiátrica de quaisquer naturezas, definindo também o modelo de anamnese e roteiro pericial em psiquiatria.

O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições que lhe confere a Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, alterada pela Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de 2004, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, e Decreto nº 6.821, de 14 de abril de 2009, e a Lei 12.842/13, de 10 de julho de 2013, e

CONSIDERANDO a necessidade de serem criadas normas brasileiras que estejam em consonância com a Constituição Federal, com o disposto no Decreto-lei nº 20.931/32, artigos 15 e 16 e respectivos incisos, alíneas e parágrafos, artigos 24 a 29 e parágrafos, com a Lei nº 3.999/61, artigo 15, com a Lei nº 10.216/01, com o Código de Ética Médica e com base na Resolução CFM nº 1.952/10, que adota as diretrizes para um modelo de assistência integral em saúde mental no Brasil;

CONSIDERANDO que deve ser proporcionada assistência psiquiátrica efetiva, que garanta aos pacientes o atendimento de suas necessidades de saúde em qualquer ambiente (hospitalar, ambulatorial, em consultório isolado ou em ambientes comunitários), de acordo com as necessidades de cada indivíduo; CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar as terapêuticas psiquiátricas disponíveis, bem como o tratamento involuntário e compulsório quando necessário;

CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na sessão plenária de 20 de setembro de 2013, 

CAPÍTULO VIII

DA NEUROPSICOCIRURGIA 


Art. 19.  A neuropsicocirurgia e quaisquer tratamentos invasivos e irreversíveis para doenças mentais não devem ser realizados em pacientes que estejam involuntária ou compulsoriamente internados em estabelecimento de assistência psiquiátrica, exceto com prévia autorização judicial, obedecendo ao prerrequisito de fundamentação mediante laudo médico.
§ 1º  Nos demais casos, segundo os ditames da Lei nº 10.216/01 e do Código de Ética Médica, deverão ser precedidos de consentimento esclarecido do paciente ou de seu responsável legal e aprovação pela Câmara Técnica de Psiquiatria do Conselho Regional de Medicina, homologada por seu plenário. § 2º  A Câmara Técnica de Psiquiatria do Conselho Regional de Medicina contará em sua composição, obrigatoriamente, com a presença de conselheiro. § 3º  Cabe à Câmara Técnica de Psiquiatria elaborar o parecer conclusivo que deverá ser apreciado pelo plenário do Conselho Regional de Medicina, para só então ser autorizado o procedimento.
§4º  Caso necessário, a Câmara Técnica de Psiquiatria poderá requisitar o concurso de profissionais de áreas afins à Medicina, para avaliações complementares.
Art. 20.  A indicação de neuropsicocirurgia deverá ser feita pelo médico assistente e respaldada por meio de laudo, por um psiquiatra e um neurocirurgião pertencentes a serviços diversos daquele do médico que a prescreveu.
§ 1º  Este laudo deve ser original, destacando em sua conclusão o diagnóstico da doença, bem como duração e refratariedade a toda a medicação disponível indicada àquele caso e a todos os tratamentos coadjuvantes aplicados sem resposta.
§ 2º  Neste documento, deverá constar a indicação do melhor método cirúrgico a ser adotado, emitido pelo neurocirurgião.
§ 3º  Os casos omissos ou com potenciais conflitos devem ser encaminhados ao Conselho Federal de Medicina, para avaliação e deliberação em parecer conclusivo e conjunto das câmaras técnicas de Psiquiatria e Neurocirurgia.
§ 4º  A indicação de neuropsicocirurgia deverá observar os seguintes critérios:
a)    Diagnóstico psiquiátrico realizado observando-se a Classificação
Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à
Saúde, em sua versão atualizada (CID-10);
b)    Doença mental com duração mínima de 5 anos, a não ser em casos excepcionais, referendada por junta médica formada por um psiquiatra e um neurocirurgião, designados pelo presidente do Conselho Regional de Medicina para produzir contraprovas, obedecendo ao rito previsto no art.
19 e parágrafos;
c)    Refratariedade da doença ou transtorno aos tratamentos psiquiátricos, adequado àquela condição clínica.
§ 5°  A câmara técnica, ao se manifestar, deverá estar convencida de que o tratamento proposto é o que melhor atende às necessidades de saúde do paciente.
§ 6º  Todo este procedimento será registrado em prontuário, permanecendo, com os devidos resguardos ao sigilo, à disposição das autoridades constituídas.


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Música de Marty Denton sobre sua vida com Tourette

Clique para ver o vídeo. Uma música lindíssima , tocante, sobre uma pessoa que vive há sessenta anos com seus tiques. 
abaixo, uma tradução , adaptada da tradução de NG, mãe de um portador de ST grave, que gentilmente traduziu para os companheiros de facebook e eu me dei a liberdade de pegar emprestado.
“Lembro-me de quando eu era apenas um menino 
Eu disse Mamma algo está errado, 
Por que eu faço essas coisas que eu faço? 
Será que elas vão estar aqui por muito tempo? 
Ela me abraçou e chorou e disse "vc  vai ficar bem ",
Basta andar com a cabeça erguida que você vai ser livre um dia.

Será que algum dia vai embora
Bem, alguns me deixaram, mas outros ficaram. 
Sempre ficando no meu caminho 
Mas, mesmo depois de todos esses anos 
Minha amiga ilumina meu dia 
Ela me dá esperança e me faz lembrar 
O que a minha mamãe costumava dizer 
Coro
“A sombra ao meu lado se tornou minha melhor amiga, 
Ela nunca riu de mim ou virou as costas e sorriu. 
Tudo o que eu faria, ela iria fazer também. 
A sombra ao meu lado, com certeza me ajudou a seguir adiante.”

Coro

Perguntei-lhe por que não posso ser como todo mundo? 
Com lágrimas nos olhos, ela me segurou perto 
E disse que basta ser você mesmo,

Coro 

A sombra ao meu lado se tornou minha melhor amiga,
Ela nunca iria rir de mim ou virar as costas ou sorrir
Às vezes, tarde da noite, ela está lá, à luz das velas,
A sombra do meu lado ainda ajuda e faz tudo ficar bem. 
À sombra ao meu lado, obrigada minha amiga."

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Papel do Magnésio na Síndrome de Tourette

O magnésio é um mineral essencial utilizado na síntese de proteínas, no transporte de energia e em mais de 300 reações químicas que ocorrem diariamente no organismo. O magnésio que ajuda as células nervosas e músculos funcionar corretamente. Você pode obter o magnésio em alimentos como vegetais de folhas verdes, carne, peixe, feijões, ervilhas e bananas. Você também pode obter magnésio de suplementos alimentares. Foi publicado em uma revista científica um projeto que comparará pacientes com Tourette tomando magnésio com pacientes tomando um placebo. Ainda não foi publicado nenhum resultado do estudo. Estou começando a dar magnésio a meus pacientes. Em breve espero poder postar resultados desta experiência aberta, não controlada.

sábado, 3 de maio de 2014

Coprolalia na síndrome de Tourette

A coprolalia, ou seja, o tique vocal de falar palavrões, foi considerado por muito tempo o sinal patognomônico da síndrome de Tourette após a publicação dos 9 casos feita por Gilles de La Tourette a pedido de Charcot em 1889. Posteriormente, ao verificar-se que a coprolalia não era tão frequente assim, deixou de fazer parte necessária para o diagnóstico.
Acaba de sair um novo estudo que tenta elucidar quais as características que acompanham a presença de coprolalia na ST. Os autores encontraram que  um quarto apresentava algum coprofenômeno. A média de idade de início foi 12 anos, variando de 4 a 33 anos de idade. Os casos que apresentavam esses sintomas eram os que mais frequentemente tinham comorbidades e tinham os casos mais graves, indicando que talvez a presença de coprolalia possa refletir uma maior gravidade e maior acometimento de regiões cerebrais.  


 2014;48(1):1-7. doi: 10.1016/j.pjnns.2013.03.001. Epub 2014 Jan 23.

Coprolalia and copropraxia in patients with Gilles de la Tourette syndrome.

Abstract

BACKGROUND AND PURPOSE:

Involuntary expression of socially unacceptable words (coprolalia) or gestures (copropraxia) is the best-known symptom of Gilles de Tourette syndrome (GTS) that contributes to the social impairment. The aim of the study was to assess the prevalence, age at onset and co-occurring symptoms of coprophenomena.

MATERIALS AND METHODS:

One hundred and sixty-eight consecutive subjects with GTS including 94 adults and 74 children and aged between 4 and 54 years (mean: 18.0±8.3) were studied. Demographic and clinical data were obtained from medical history and neurological examination.

RESULTS:

Coprolalia or copropraxia appeared in 44 patients. Both coprophenomena were present in 9 patients. Coprolalia occurred in 25.0% (n=42) and copropraxia in 6.5% (n=11) of patients. Mean age at onset was 12.2±5.7 years (range: 4-33) for coprolalia and 12.4±4.9 years (range: 7-24) for copropraxia. Coprolalia started 4.4±3.7 years (range: 0-16) after the onset of disease; copropraxia started 6.1±4.0 years (range: 1-12) after the onset of the disease. Coprolalia began in adulthood in six patients only, and copropraxia in one person. In six patients, coprolalia appeared in the first year of the disease. Copropraxia was never seen in the first year of the disease. Coprophenomena were more frequent in patients with comorbid mental disorders, behavioral problems and severe tics. Three quarters of patients reported significant influence of coprophenomena on daily living.

CONCLUSIONS:

Coprophenomena affect one quarter of GTS patients, appear in the time when tics are most severe, and are positively associated with comorbidity and more severe form of disease. Coprophenomena may reflect more widespread dysfunction of brain in GTS.
Copyright © 2014 Polish Neurological Society. Published by Elsevier Urban & Partner Sp. z o.o. All rights reserved.

Exercício Físico melhora os tiques?

Acaba de ser publicado um estudo em que 18 jovens com ST foram observado antes, durante e após a realização de exercícios físicos.
Os tiques melhoraram durante e depois dos exercícios além de ter havido melhora em ansiedade e depressão.
Assim, continua em pé a recomendação de que esportes e exercícios físicos em geral podem ajudar no tratamento dos tiques.

 2014 Apr 28. [Epub ahead of print]

Reduced Tic Symptomatology in Tourette Syndrome After an Acute Bout of Exercise: An Observational Study.

Abstract

In light of descriptive accounts of attenuating effects of physical activity on tics, we used an experimental design to assess the impact of an acute bout of aerobic exercise on tic expression in young people (N = 18) with Tourette Syndrome (TS). We compared video-based tic frequency estimates obtained during an exercise session with tic rates obtained during pre-exercise (baseline) and post-exercise interview-based sessions. Results showed significantly reduced tic rates during the exercise session compared with baseline, suggesting that acute exercise has an attenuating effect on tics. Tic rates also remained reduced relative to baseline during the post-exercise session, likely reflecting a sustained effect of exercise on tic reduction. Parallel to the observed tic attenuation, exercise also had a beneficial impact on self-reported anxiety and mood levels. The present findings provide novel empirical evidence for the beneficial effect of exercise on TS symptomatology bearing important research and clinical implications.

domingo, 20 de abril de 2014

Meu filho tem tique de piscar os olhos: e agora?

Muitos pais trazem seus filhos para consulta quando observam tiques de piscar os olhos em seus filhos. A maioria vai primeiro ao oculista, ao alergologista, ao neurologista e por fim ao psiquiatra. O artigo abaixo relata um estudo que foi feito com crianças de 8 anos em acompanhamento por alguns anos (média de 6 anos) e que de início apresentavam tiques de olhos: piscar, rodar e abrir os olhos forçadamente e não tinham um diagnóstico de Tourette ou TOC. Das 32 crianças que foram reavaliadas, 10, ou seja, 1/3, preenchia critérios para ST. Ou seja, embora este seja um estudo pequeno, mostra que há 33% de chance de que tiques nos olhos possam ser o início de um quadro de Tourette.         

J 2014 Feb;18(1):31-5. doi: 10.1016/j.jaapos.2013.11.007.

The long-term outcomes of ocular tics in a pediatric neuro-ophthalmology practice.

Abstract

PURPOSE:

To describe the outcome and comorbidities of ocular tics in children evaluated by a pediatric neuro-ophthalmologist.

METHODS:

The medical records of all consecutive patients in a pediatric neuro-ophthalmology practice diagnosed with ocular tics (eye rolling, blinking, and widening) were retrospectively reviewed. Children with known secondary causes for tics were excluded. Patients, parents, and/or guardians were contacted by telephone to obtain follow-up information.

RESULTS:

A total of 43 patients were included in the retrospective cohort, with a mean age of 7.8 ± 4.8 years at diagnosis. Thirty-two patients participated in the follow-up survey, with an average follow-up of 6.1 ± 3.9 years. None of the 43 children carried a diagnosis of Tourette syndrome or obsessive-compulsive disorder (OCD) at presentation; 1 child had attention deficit hyperactivity disorder (ADHD). At follow-up, 14 of the 32 children (44%) had persistent ocular tics, 3 (9%) reported new nonocular motor tics, 5 (16%) reported new vocal tics, and 4 (13%) developed both nonocular motor and vocal tics. One patient (3%) was formally diagnosed with Tourette syndrome during the follow-up interval, and 3 (9%) were diagnosed with ADHD.

CONCLUSIONS:

Almost half of the children with ocular tics at presentation had persistent ocular tics on follow-up. New nonocular motor and vocal tics occurred in several patients.

Coprolalia e copropraxia em Tourette

 2014;48(1):1-7. doi: 10.1016/j.pjnns.2013.03.001. Epub 2014 Jan 23.

Coprolalia and copropraxia in patients with Gilles de la Tourette syndrome.

Abstract

BACKGROUND AND PURPOSE:

Involuntary expression of socially unacceptable words (coprolalia) or gestures (copropraxia) is the best-known symptom of Gilles de Tourette syndrome (GTS) that contributes to the social impairment. The aim of the study was to assess the prevalence, age at onset and co-occurring symptoms of coprophenomena.

MATERIALS AND METHODS:

One hundred and sixty-eight consecutive subjects with GTS including 94 adults and 74 children and aged between 4 and 54 years (mean: 18.0±8.3) were studied. Demographic and clinical data were obtained from medical history and neurological examination.

RESULTS:

Coprolalia or copropraxia appeared in 44 patients. Both coprophenomena were present in 9 patients. Coprolalia occurred in 25.0% (n=42) and copropraxia in 6.5% (n=11) of patients. Mean age at onset was 12.2±5.7 years (range: 4-33) for coprolalia and 12.4±4.9 years (range: 7-24) for copropraxia. Coprolalia started 4.4±3.7 years (range: 0-16) after the onset of disease; copropraxia started 6.1±4.0 years (range: 1-12) after the onset of the disease. Coprolalia began in adulthood in six patients only, and copropraxia in one person. In six patients, coprolalia appeared in the first year of the disease. Copropraxia was never seen in the first year of the disease. Coprophenomena were more frequent in patients with comorbid mental disorders, behavioral problems and severe tics. Three quarters of patients reported significant influence of coprophenomena on daily living.

CONCLUSIONS:

Coprophenomena affect one quarter of GTS patients, appear in the time when tics are most severe, and are positively associated with comorbidity and more severe form of disease. Coprophenomena may reflect more widespread dysfunction of brain in GTS.
Copyright © 2014 Polish Neurological Society. Published by Elsevier Urban & Partner Sp. z o.o. All rights reserved.

domingo, 6 de abril de 2014

Tourette e Alergias

Na prática clínica eu já tinha percebido que as crianças com Tourette tinha e grande frequência doenças alérgicas tais como rinite, bronquite, asma etc. Alguns pacientes meus desenvolveram Púrpura Trombocitopênica que é uma reação a medicamento com baixa das plaquetas e que parece ter origem autoimune.
Dada a frequência da associação entre rinite alérgica e os tiques de nariz (mexer o nariz, fungar etc), atualmente é prática corrente eu tratar a rinite dos pacientes além de tratar os tiques, sendo o resultado muito melhor.
Pois bem, começaram a aparecer estudos que comprovam a associação entre doenças alérgicas e a Tourette:
 2014 Feb;18(3):303-10.

Association of Tourette syndrome and obsessive-compulsive disorder with allergic diseases in children and adolescents: a preliminary study.

Abstract

OBJECTIVES:

To investigate the rate of allergic diseases including asthma, allergic rhinitis and eczema in children and adolescents diagnosed with obsessive-compulsive disorder (OCD) (n:26) and/or Tourette syndrome (TS) (n:32) [OCD plus TS, n:13] compared to control subjects (n:35) [total, n:80].

PATIENTS AND METHODS:

The symptoms of any allergic disease were assessed using the ISAAC questionnaire form. Allergy diagnoses were made by a pediatric allergy specialist. Skin prick tests were applied, and IgE levels and eosinophil counts were measured.

RESULTS:

While only one-fifth of the control subjects had allergic diseases, more than half of the children with TS and/or OCD had comorbid allergic diseases. Positive skin prick tests were greater in OCD patients compared to control subjects. There were no significant differences between the groups in terms of eosinophil counts or IgE levels. Among the allergic diseases, while allergic rhinitis was diagnosed at significantly higher rates in TS patients, eczema was significantly higher in OCD patients compared to control subjects.

CONCLUSIONS:

This preliminary study shows an association between allergic diseases and TS and/or OCD. The results revealing differences in associations between types of allergic disease (rhinitis or eczema) and neuropsychiatric disorder (tic disorder or OCD) need to be investigated in further studies with higher numbers of participants, and immune markers should be examined.
PMID:
 
24563428
 
[PubMed - in process] 
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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Luz no Fim do Túnel antes da cirurgia para Tourette?

Existe um dentista americano, chamado Brendan Stack,  que trata transtornos do movimento, incluindo tiques, com um aparelho dental que modifica a posição da articulação têmporo-mandibular e, pelo fato de mudar a pressão sobre o quinto nervo craniano , reduziria o estímulo ao sistema nervoso central, diminuindo os tiques.

Ele tem uma página na internet, onde mostra vídeos de pacientes com várias patologias, inclusive casos com Tourette, que melhoram muito com o tratamento.
vejam os links aqui:

http://www.tmjstack.com/videos.html

https://www.youtube.com/watch?v=WyBbVutYsqg

Fiquei muito intrigada com esses resultados incríveis e entrei em contato com um dentista que trata apneia do sono com aparelhos orais e estamos trabalhando para testar esse tratamento em casos graves que não têm melhorado com medicação.


Quando tiver alguma boa novidade postarei aqui.



quinta-feira, 27 de março de 2014

Tourette no adulto

Meu amigo Auber me pediu que eu comentasse o tema aqui no blog.
A ST começa em geral na infância, mas pode começar na vida adulta. Os critérios do DSM (classificação americana de doenças mentais) exigem, para que se faça o diagnóstico, que os tiques comecem antes dos 18 anos de idade. O TSA Study Group considera que podem começar até os 21 anos de idade.
40% começam antes dos 6 anos de idade.
1% começa depois dos 16 anos de idade.
Assim, quando os tiques começam no fim da adolescência, é imperativo investigar causas orgânicas, pois tiques podem ser sintomas de outras doenças.

Curso natural
Tiques oscilam ao longo do tempo: durante um dia, uma semana, um mês, um ano. Oscilações são normais, com ou sem tratamento.
os tiques têm um pico de intensidade na puberdade, sendo o pior momento por volta dos 13 anos. Depois desse pico a tendência é melhorar, com ou sem tratamento.
1/3 ficará sem tiques na vida adulta.
1/3 terá tiques em menor intensidade.
1/3 permanecerá com os tiques iguais.


terça-feira, 25 de março de 2014

Comorbidades em Tourette

O que é comorbidade? Comorbidade vem de co (junto) e morbus (doença). Ou seja, embora a ST possa acontecer como problema único, é muito frequente que seja acompanhada de outros problemas.   Os mais frequentes são:
TOC- transtorno obsessivo-compulsivo- em 30% dos casos
TDAH- hiperatividade e déficit  de atenção em 10% dos casos
depressão
outros transtornos de ansiedade, como fobias, ansiedade de separação na infância
transtorno da coordenação motora
transtornos do espectro autista
outros transtornos do espectro obsessivo como tricotilomania (arrancar cabelos), cutucar a pele etc
transtornos do sono, como pesadelos, insônia, terror noturno, bruxismo
Embora esses sejam os mais comuns, podem ocorrer quaisquer outros problemas mentais junto com a ST, como
distúrbios da aprendizagem, gagueira, transtorno bipolar,  .
Por isso , o importante é consultar um bom profissional, capaz de avaliar o paciente como um todo, de preferência um psiquiatra.

domingo, 23 de março de 2014

Remédios para Tourette

Até a década de 1980 a única coisa que se prescrevia para os tiques era haloperidol e pimozida. Ainda hoje essas medicações são prescritas, mas existem alternativas com menos efeitos colaterais. Atualmente, quando recebo pacientes com Tourette mais graves, que já passaram por vários médicos, e vejo que alguns deles tentaram outras coisas para os tiques, fico feliz, pois percebo que o conhecimento sobre como tratar os tiques está se espalhando. Antes era difícil que alguém fizesse o diagnóstico e quando se fazia, não se sabia tratar. Agora, ao ver que profissionais em várias partes do Brasil estão recomendando meu livro (clique aqui para informações) e se arriscando a tratar os tiques com medicações que não os antipsicóticos de primeira geração, fico muito satisfeita e vendo que meu objetivo está sendo alcançado. A pequenos passos, mas continuamente.
As medicações para tratar os tiques são:
antipsicóticos de primeira geração: haloperidol, pimozida, trifluoperazina, flufenazina
antipsicóticos de segunda geração: aripiprazol, olanzapina, ziprasidona, risperidona, quetiapina
antipsicóticos antigos mas com perfil de segunda : sulpirida, amisulprida
alfa adrenérgicos: clonidina e guanfacina
anticonvulsivantes: topiramato
depletores de dopamina: tetrabenazina
toxina botulínica
experimental : estimulação cerebral profunda (ver mais informações aqui)


Se seu neurologista ou psiquiatra não tem conhecimento aprofundado para tratar do seu caso, forneça a ele o livro sobre Tourette, forneça o endereço deste blog e meu site (clique aqui para meu site)  .

A pessoa com Tourette costuma ter muitas comorbidades (depressão, TDAH, TOC), por isso recomendo um psiquiatra, infantil para as crianças ou adolescentes e de adultos para os adultos.

Se você está sem esperança, achando que já tentou de tudo e nada deu certo, leia o material indicado e veja que existem muitas alternativas. Sempre há luz no fim do túnel, caso contrário, o túnel não chegou ao fim.  
  

sexta-feira, 21 de março de 2014

Emergências Psiquiátricas em São Paulo

EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO


-          HOSPITAL MUNICIPAL DO JABAQUARA – DR. ARTHUR RIBEIRO SABOYA
Av. Francisco de Paula Quintanilha Ribeiro, nº 860 – Jabaquara
Fones: 5011-5111 / 5011-5503 / 5011-5012 / 5011-1059
FAX: 5011-7901 Distritos: Jabaquara / Cidade Ademar

-          PRONTO SOCORRO MUNICIPAL DA LAPA – PROF. JOÃO CATARIN MEZOMO

Av. Queiroz Filho, nº 313 – Lapa

Fones: 3022-4122 / 814-5649 Lapa / Pinheiros / Butantã

-          PRONTO SOCORRO MUNICIPAL DA FREGUESIA DO Ó – 21 DE JUNHO

Av. João Paulo I, 1421 – Freguesia do Ó

Fones: 3975-1349 / 3975-5866 Freguesia do Ó / Brasilândia / Cachoeirinha

-          PRONTO SOCORRO MUNICIPAL SANTO AMARO – DR. JOSÉ SILVIO DE CAMARGO

Av. Adolpho Pinheiro, 805 – Santo Amaro

Fones: 5523-1424 / 5523-1788/5523-1777 Santo Amaro / Parelheiros / Grajaú

-          HOSPITAL MUNICIPAL DE PIRITUBA – DR. JOSÉ SOARES HUNGRIA

Av. Menotti Laudísio, nº 100 – Pirituba

Fones: 3974-7000 / 3974-0683 Fax: 3974-0683 Pirituba / Perus

-          HOSPITAL MUNICIPAL DO TATUAPÉ – DR. CARMINO CARICCHIO

Av. Celso Garcia, nº 4815 – Tatuapé

Fones: 2091-7000 / 2091-5292 / 3394-6980
Fax: 2091-5605 Tatuapé / Mooca / Carrão

-          HOSPITAL MUNICIPAL DO JARDIM IVA – DR. BENEDITO MONTENEGRO

Av. Antonio Lázaro, nº 226 Jardim Iva

Fones: 2721-8763
Fax: 2721-8454 Ramal. 102 Sapopemba / São Mateus

-          CENTRO DE ATENÇÃO INTEGRADA À SAÚDE MENTAL - CAISM VILA MARIANA

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo

Rua Major Maragliano, nº 241 – Vila Mariana
Fones: 5087-7000 – 5084-6711 / 3466-2100 Vila Mariana / Sé / Santa Cecília

-          COMPLEXO HOSPITALAR DO MANDAQUI

Av. Voluntários da Pátria, nº 4301 – Mandaqui

Fones: 2281-5000 Santana / Tremembé / Jaçanã

-          HOSPITAL SANTA MARCELINA ITAIM PAULISTA

Av. Marechal Tito, nº 6035 – Itaim Paulista

Fone: 2563-6300 Itaim Paulista / Vila Curuça

-          HOSPITAL GERAL DE GUAIANASES – JESUS TEIXEIRA DA COSTA

Rua Otelo Augusto Ribeiro, nº 899 – Guaianases

Fones: 2551-3300 Guainazes / Cidade Tiradentes

-          HOSPITAL MUNICIPAL DE ERMELINO MATARAZZO – DR. ALÍPIO CORREA NETO

Alameda Rodrigo de Brumn, nº 1989 – Ermelino Matarazzo

Fones: 2943-9944 Fax: 2943-9944 Ramal: 4227 Ermelino Matarazzo / Penha / Vila Matilde

-          HOSPITAL MUNICIPAL DE ITAQUERA – DR. WALDOMIRO DE PAULA

R. Augusto Carlos Baumam, nº 1074 – Itaquera

Fones: 2944-6355 Itaquera / Cidade Líder

-          HOSPITAL MUNICIPAL DE CAMPO LIMPO – DR. FERNANDO MAURO PIRES ROCHA

Estrada de Itapecerica da Serra, nº 1661 – Campo Limpo

Fones: 5512-7650 / 5512-7651 / 5519-5828 D
FAX: 55117220 Campo Limpo / Capão Redondo / Jardim São Luiz / Jardim Ângela

-          HOSPITAL SÃO PAULO

Rua Napoleão de Barros, nº 715 – Vila Clementino

Fones: 5576-4033 / 5571-2098 Ipiranga / Sacomã / Vila Prudente.

-          HOSPITAL MUNICIPAL DE SÃO MIGUEL PAULISTA – TIDE SETUBAL

Rua Dr. José Guilherme Eiras, nº 123 – São Miguel Paulista

Fones: 2297-0022 / 2297-0216

Fax: 2297-0550 São Miguel Paulista / Vila Jacuí

quarta-feira, 12 de março de 2014

Serviços Que Prestam Assistência a Pacientes com Transtornos do Espectro Autista

SERVIÇOS PARA ATENDIMENTO EM AUTISMO NA GRANDE SÃO PAULO
ABRA – Associação Brasileira de Autismo
ñEndereço: Rua do Lavapés, 1123
ñBairro: Cambuci
ñCEP: 01519-000
ñTelefone: (11) 3376-4400 Fax: (11) 3376-4403
ñInformações: A ABRA congrega entidades ligadas ao autismo em todo o Brasil, representa os interesses das pessoas com autismo em vários conselhos nacionais: CNS – Conselho Nacional de Saúde (CISM Comissão Intersetorial de Saúde Mental), CNAS – Conselho Nacional de Assistência Social (Comissão de Financiamento da Assistência Social) e CONADE – Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Comissão de Comunicação Social), CONANDA – Conselho Nacional da Criança e do Adolescente. Presidente, vice-presidentes, diretores e conselheiros são eleitos a cada 3 anos em assembléia geral, durante o Congresso Brasileiro de Autismo.
ñAMA – Associação de Amigos do Autista de São Paulo
ñCNPJ: 52.802.295.0001-13
ñEndereço: Rua do Lavapés, 1123
ñBairro: Cambuci
ñCEP: 01519-000
ñTelefone: (11) 3376-4400 Fax: (11) 3376-4403
ñSite: www.ama.org.br
ñInformações: Atende cerca de 180 pessoas com autismo em cinco unidades: rua do Lavapés, para crianças de até 12 anos , Rua Luis Gama, para jovens e adultos com autismo de alto funcionamento e ou síndrome de Asperger, na Rua Teodoreto Souto, para jovens e adultos com autismo mais grave e a do sítio de Parelheiros, com residência terapêutica e atendimento de meio período para não residentes (todo espectro do autismo e de qualquer faixa etária). Na quinta e mais recente unidade, o CAISME Philippe Pinel oferece atendimento para pessoas com transtorno do espectro do autismo e em qualquer faixa etária. Oferece atividades pedagógicas, ensino de atividades de vida diária, atividades físicas, apoio à inclusão escolar, grupos terapêuticos, cursos de treinamento e capacitação para profissionais, entre outros. Trabalha basicamente metodologia TEACCH, combinada a várias outras técnicas, como PECS, Relation-play, grupos e outros. Atende gratuitamente exclusivamente em convênio com o governo estadual, com exceção da unidade da Luís Gama.
ñAmbulatório de Cognição Social
ñEndereço: Rua Borges Lagoa, 570 – 8º andar
ñBairro: Vila Clementino
ñCEP: 04038-001
ñTelefone: (11) 5579-2828
ñInformações: Unidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência (UPIA) Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina Universidade Federal de São Paulo Criada em 2006, a UPIA tem como objetivo prestar assistência às crianças e adolescentes acometidos ou em risco de desenvolverem transtornos mentais; formar novos profissionais aptos para o atendimento de crianças e adolescentes; e produzir novos conhecimentos acerca dos problemas de saúde mental de crianças e adolescentes. O Ambulatório de Cognição Social, voltado para os transtornos globais do desenvolvimento, presta os seguintes serviços às famílias: Atendimento por residente de psiquiatria ou psiquiatra, para anamnese e triagem para sintomas transtornos globais do desenvolvimento. Encaminhamento para avaliação neuropsicológica, aplicação da Vineland, aplicação da ADI (Autism Diagnostic Interview) por psicólogos. O caso é discutido por equipe multidisciplinar (residentes de psiquiatria, psiquiatras, fonoaudiólogos, acompanhantes terapêuticos e psicólogos). Retorno para a família sobre os resultados da avaliação e orientação. Quando necessário há investigação genética. Se a criança ou adolescente permanecer no ambulatório, a família é encaminhada para o Grupo de Pais e acompanhamento longitudinal. Também há trabalho de formação de profissionais e pesquisas.
ñAUMA – Associação dos Amigos da Criança Autista
ñCNPJ: 38.893.038/0001 – 03
ñEndereço: Rua César Zama, 257
ñBairro: Mandaqui
ñCEP: 02406-030
ñTelefone: (11) 2950-4914 | (11) 3384-6180
ñE-mail: autismo@uol.com.br
ñSite: www.auma.org.br
ñInformações: Fundada em 1990, tem como objetivo maior criar programas educacionais de adaptação social de crianças autistas. Faz atendimento de orientação, encaminhamento e treinamento de familiares; treinamento e orientação de profissionais interessados e estudantes; esclarecimento à comunidade em geral, através da divulgação da temática autismo e atendimento educacional de crianças e adolescentes autistas com todas as características de escola. Trabalha a partir de avaliações específicas: PEP-R (Perfil Psicoeducacional Revisado), CARS (Childhood Autism Rating Scale = Escala de Avaliação Patológica do Autismo), Avaliação Psicomotora, Elaboração de Plano de Ensino individual, Atendimento Psicopedagógico.
ñ 
ñCAPS Centro de Apoio Psicossocial Infantil Penha
ñEndereço: Rua Hercília, 452
ñBairro: Vila Matilde
ñCEP: 03512-050
ñTelefone: (11) 2359-3090
ñInformações: O local oferece tratamento a crianças e adolescentes com grave comprometimento psíquico. A unidade tem capacidade para atender 155 usuários por mês. As atividades oferecidas incluem atendimentos individuais e em grupos; consultas médicas; passeios; grupos de família; visitas domiciliares; oficinas terapêuticas, de geração de renda, e de atividade física; e atividades culturais. Funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Os tratamentos oferecidos nas unidades vão do autismo a esquizofrenia. Os pacientes são atendidos por equipes multidisciplinares que oferecem, entre outras terapias, a possibilidade de participação em grupos ocupacionais, psicoterápicos e familiares.
ñCAPS Infantil Brasilândia/Freguesia Do Ó
ñEndereço: Rua Manuel Madruga, 129
ñBairro: Freguesia do Ó
ñCEP: 02960-020
ñTelefone: (11) 3932-2683
ñInformações: Funciona das 7:00 às 19:00 até 18 anos. Recebe, acolhe, faz uma triagem e se for morador de Pirituba e Perus encaminha para o Pinel, agora especializado em atendimento de autismo. Se for morador de Brasilândia e Freguesia do Ó, é atendido pela equipe multiprofissional do próprio CAPSi, que conta com psiquiatras, psicólogos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e farmacêuticos.
ñCAPS Infantil Ipiranga
ñEndereço: Rua Sava, 44
ñBairro: Moinho Velho
ñCEP: 04283-020
ñTelefone: (11) 2214-7364 | (11) 2214-7363
ñInformações: Atende crianças e adolescentes até 18 anos. Equipe multidisciplinar, com psiquiatra, psicólogo, assistente social. Pacientes normalmente encaminhados pela escola ou pela UBS. Abrange região do Ipiranga, como Arapuá, Heliópolis, Ipiranga, Pq Bristol, Jd Celeste, Olivieiro, Vila Brasilina, Moinho Velho e outros.
ñCAPS Infantil Itaquera
ñEndereço: Rua Bernardino Prudente, 86
ñBairro: Itaquera
ñCEP: 08255-020
ñTelefone: (11) 2521-1162 | Fax: (11) 2523-2477
ñInformações: Atende região de Itaquera e parte de Guaianazes – possui equipe multidisciplinar, ainda sem médico, e paciente normalmente são encaminhados via UBS.
ñCAPS Infantil Juventude Santo Amaro
ñEndereço: Rua Iguatinga, 134 (em frente ao Hospital Regional Sul)
ñBairro: Santo Amaro
ñCEP: 04744-040
ñTelefone: (11) 5521-9777 | Fax: (11) 5687-3666
ñInformações: Atende crianças e adolescentes (até 18 anos) com principalmente terapia em grupo e tipo de encaminhamento e possível atendimento depende de avaliação inicial. Possui equipe multidisciplinar psiquiatra psicóloga, T.O. e fonoaudiólogo.
ñCAPS Infantil Santana 24 horas
ñEndereço: Rua Conselheiro Moreira de Barros, 120
ñBairro: Santana
ñCEP: 02018-010
ñTelefone: (11) 2973-9434
ñInformações: Atende bairros da Zona Norte da cidade. Faz acolhimento e triagem e atende casos menos graves. Possui três consultórios, sala de medicação; salas para grupo terapêutico; farmácia e brinquedoteca. Tem como parceiro para sua implantação a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, da UNIFESP.
ñCAPS Infantil São Mateus
ñEndereço: Rua Claudio Augusto Fernandes, 188
ñBairro: São Mateus
ñCEP: 03963-100
ñTelefone: (11) 2012-5956
ñInformações: Atende região de São Mateus, Tiradentes e redondezas.
ñCAPS Infantil São Miguel Paulista
ñEndereço: Rua Miguel de Oliveira, 195
ñBairro: São Miguel Paulista
ñCEP: 080362-040
ñTelefone: (11) 2214-7364 | (11) 2214-7363 | (11) 2012-5956
ñInformações: Atende crianças e adolescentes (até 18 anos) da Zona Leste do município de São Paulo: São Miguel, Itaim e Ermelino Matarazzo, encaminhados pelos Postos de Saúde da região. Agenda acolhimento avalia, história e decide melhor encaminhamento (pode ser atendida pela própria equipe do CAPSi ou não).
ñCAPS Infantil Sé
ñEndereço: Rua Frederico Alvarenga, 259 – 3º andar
ñBairro: PQ. D. Pedro II
ñCEP: 01020-030
ñTelefone: (11) 3104-3210 | (11) 3101-0156
ñInformações: Funciona das 7:00 às 19:00, mas atende famílias das 8-18:00 para acolhimento e avaliação – pede documento da criança e de preferência cartão do SUS. Não exige avaliação prévia. O atendimento pode ser individual ou através de oficinas terapêuticas, dependendo da avaliação. Equipe formada pro psiquiatra, psicólogos, fonoaudiólogos, assistente social, educador físico.
ñCAPSI Criança e Adolescente – Vila Prudente
ñEndereço: Av. Zelina, 322
ñBairro: Vila Prudente
ñCEP: 03143-001
ñTelefone: (11) 2341-9570
ñInformações: Nos casos de autismo, atendem de preferência primeira infância (entre 3 e 7 anos), para intervenção precoce, na linha psicodinâmica. Atende moradores da Vila Prudente e Sapopemba.
ñCAPSi Lapa
ñEndereço: Rua Bergson, 52 A
ñBairro: Parque da Lapa
ñCEP: 05301-060
ñTelefone: (11) 3836-2690
ñInformações: Atende crianças com autismo da região Centro-Oeste: Lapa, Pinheiros, Itaim Bibi, Jaguaré, Jaguara, Vila Leopoldina, e redondezas – normalmente a família passa primeiro por UBS (Unidade Básica de Saúde) e é encaminhada.
ñCAPSi Mooca
ñEndereço: Rua Taquari, 549
ñBairro: Mooca
ñCEP: 03166-001
ñTelefone: (11) 2694-4628
ñInformações: Atende região da Supervisão de Saúde Mooca-Aricanduva – 9 bairros: Heliópolis, Brás, Pari, Belém, Agua Rasa, Tatuapé, Vila Formosa, Mooca e Aricanduva. Equipe com psiquiatra, psicólogo, T.O., assistente social, etc.
ñCapsi Vila Maria
ñEndereço: R. General Mendes, 111
ñBairro: Vila Maria
ñCEP: 02127-020
ñTelefone: (11) 2967-8100
ñCAPSi – Jabaquara e Cidade Vargas – Cria-Casinha
ñEndereço: Rua Onze de Fevereiro, 318
ñBairro: Cidade Vargas
ñCEP: 04319-020
ñTelefone: (11) 5021-8005
ñInformações: Atende região de Jabaquara e Cidade Vargas, segunda a sexta das 8:30–17:30, de preferência com encaminhamento do Posto de Saúde da região. Conta com equipe multidisciplinar.
ñCarpe Diem
ñEndereço: Rua Pintassilgo, 463
ñBairro: Moema
ñCEP: 04514-032
ñTelefone: (11) 5093-1888
ñInformações: Jovens e adultos com deficiência intelectual, de ambos os sexos, acima de 14 anos. Grupo Terapêutico Programa Cidadania Ateliê Forma e Movimento Programa de Educação Continuada Informática Vivendo com Autonomia Orientação Vocacional Grupo Operativo Família: Encontro de Pais da Comunidade Encontro de Famílias Encontro de Irmãos
ñCentro de Acompanhamento Psicopedagógico EDUCAR
ñEndereço: Rua Mantiqueira, 74
ñBairro: Vila Mariana
ñTelefone: (11) 5549-7894
ñCentro Pró-Autista
ñCNPJ: 03.763.483/0002-55
ñEndereço: Rua Juréia, 1024 (Travessa da Rua Luis Góis)
ñBairro: Saúde
ñCEP: 04140-110
ñTelefone: (11) 5595-8553
ñInformações: O Centro oferece duas modalidades de atendimento: clínico e acompanhamento escolar. Atende atualmente 118 pessoas de 2 a 50 anos. Os serviços abrangem atendimento clínico neuro-funcional, atendimento Médico, avaliação Diagnóstica, TED – Terapia de Troca e Desenvolvimento, Ramain, Dia-Log, atividades sensório-motoras, comunicação e expressão, comunicação e linguagem, Musicoterapia, Artes, Educação Física e Esportes, Expressão Corporal, Oficinas de trabalho pré- profissionalizante, Orientação Sistemática aos Pais. Oferece cursos e organiza encontros profissionais e científicos. Serviço particular e também convênio com a Secretaria da Saúde (tem fila de espera).
ñClínica Ability – privada
ñEndereço: Rua Mariano Procópio, 267
ñBairro: Monumento
ñCEP: 01548-020
ñTelefone: (11) 2219-2558
ñInformações: Usando abordagem ABA (Análise do Comportamento Aplicada), oferece atendimento clínico, atendimento domiciliar,consultoria, fisioterapia voltados principalmente às pessoas com autismo.
ñClínica Anita Taub – Clínica de Neuropsicologia
ñEndereço: Rua João Moura, 647 cj 24
ñBairro: Jardim América
ñCEP: 05412-911
ñTelefone: (11) 3081-7472
ñInformações: Oferece acompanhamento terapêutico, diagnóstico psicopedagógico, ensino e supervisão, intervenção psicopedagógica, psicodiagnóstico, reabilitação neuropsicológica e terapia cognitivo comportamental, acompanhamento terapêutico e orientação para pais de pacientes com transtornos neuropsiquiátricos.
ñClínica Passo – Unidade Pinheiros
ñEndereço: Rua Mourato Coelho, 325 – Conj. 04
ñBairro: Pinheiros
ñCEP: 05412-911
ñTelefone: (11) 9911-5347
ñInformações: Avaliação Psicopedagógica e Neuropsicológica. Atendimento, reabilitação e intervenção psicopedagógica, psicoterapêutica e comportamental.
ñClínica Passo – Unidade Zona Leste
ñEndereço: Rua Chá de Frade, 131
ñBairro: Mooca
ñInformações: Avaliação Psicopedagógica e Neuropsicológica. Atendimento, reabilitação e intervenção psicopedagógica, psicoterapêutica e comportamental.
ñClinica PUCSP – “Ana Maria Poppovic”
ñTelefone: (11) 3670-8040 | (11) 3670-8041
ñColégio Pauliceia
ñEndereço: Rua Dr. Jesuíno Maciel, 1833
ñBairro: Campo Belo
ñCEP: 04615-005
ñTelefone: (11) 2344-1282
ñInformações: Oferece Educação Infantil, Educação Fundamental I e II, Ensino Alternativo com módulos multisseriados, uma sala de ensino baseado na metodologia ABA voltada especificamente para crianças com autismo, além de atividades complementares como Capoeira, Teatro, Informática, entre outras.
ñColégio Winnicott
ñEndereço: Alameda Campinas, 1.111
ñBairro: Jardim Paulista
ñCEP: 01404-001
ñTelefone: (11) 3884-5235
ñInformações: Colégio regular, particular, especializado em atender alunos que apresentam dificuldade na aprendizagem, dificuldade de atenção e de concentração nas tarefas escolares, provenientes de diversos fatores. O número reduzido de alunos em sala de aula permite que os professores e a equipe planejem atividades específicas para cada aluno de modo que se possa observar e acolher diferentes tipos de necessidades. Essa metodologia acolhe o ritmo pessoal de cada aluno, privilegiando suas qualidades e fortalecendo sua autoestima. A equipe multidisciplinar é composta por: Professores de áreas, Psicopedagogos, Psicólogos, Psicomotricista, Terapeuta Familiar, Arte-Educador.
ñConVida – Acompanhamento Terapêutico em grupos para jovens
ñEndereço: Rua Capote Valente, 439/ Cj. 95
ñBairro: Pinheiros
ñTelefone: (11) 9770-0138 | (11) 9742-6823 | (11) 7275-2704 | (11) 7715-5560
ñInformações: O ConVida é um projeto de acompanhamento terapêutico em grupo, que existe há cinco anos, voltado para jovens que apresentam dificuldades na circulação e na interação social. Este trabalho acontece através de encontros e saídas em grupo nas quais os ATs (AcompanhantesTerapêuticos), atentos às dificuldades que surgem nas atividades, promovem cuidados que favorecem o estabelecimento de laços sociais e a autonomia. Os encontros ocorrem em espaços de lazer e cultura da cidade como cinemas, shoppings, lanchonetes, discotecas, museus, na casa e em outros lugares escolhidos pelo grupo. Esta é uma proposta terapêutica que se realiza através da vivência em grupo.
ñEMAE – Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A.
ñEndereço: Av. Nossa Senhora do Sabará, 5312
ñBairro: Vila Emir
ñCEP: 04447-011
ñTelefone: (11) 5613-2100
ñEntreattos
ñTelefone: (11) 8789-2011
ñEquipe Novo Olhar
ñEndereço: Rua Manoel da Nóbrega 354 cjto 21
ñCEP: 04001-001
ñTelefone: (11) 6138-1531
ñEscola Indianopolis S/C Ltda
ñCNPJ: 51.230.266/0001-61
ñEndereço: Rua Antonio de Macedo Soares, 414
ñBairro: Campo Belo
ñCEP: 04607-000
ñTelefone: (11) 5543-6333 | Fax: (11) 5543-6323
ñInformações: Metodologia usada: Acompanhamento contínuo através do DAE – Dossiê de Avaliação Evolutiva, método desenvolvido em 30 anos de experiência. Trabalham com atendimento escolar de crianças de 5 a 10 anos nos períodos manhã e tarde, e crianças acima de 10 anos com período integral, hoje com 60 alunos. Oferece também atendimento clínico, independente do escolar. Instituição privada.
ñGrupo de Transtornos Invasivos do Desenvolvimento
ñEndereço: Rua da Consolação, 930
ñBairro: Consolação
ñTelefone: (11) 2114-8152 (falar com Renata Velloso)
ñInformações: Programa de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade Presbiteriana Mackenzie O grupo de Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (TID) tem o objetivo de avaliar indivíduos com características compatíveis com os transtornos do espectro autista, realizando juntamente pesquisas científicas na área e orientando as famílias destes indivíduos. Faz uma primeira triagem para características que indiquem um possível transtorno do espectro autista e, se for o caso, encaminha para uma avaliação mais completa (anamnese, avaliação neuropsicológica, avaliação fonoaudiológica, avaliação da cognição social, exame físico, exame neurológico, avaliação do movimento ocular e aplicação de protocolos de pesquisas científicas). Com os resultados da avaliação, um grupo multidisciplinar faz o diagnóstico, baseado no DSM-IV e CID-10. Há um retorno direto para a família, quando esta é informada sobre o diagnóstico e recebe orientações. A família também recebe relatório escrito contendo todas as informações e orientações. O grupo realiza atendimentos desde o ano de 2005. O grupo de avaliação é coordenado por médico neuropediatra e a equipe é composta por um médico geneticista, duas psicólogas e uma fonoaudióloga, além de vários pesquisadores.
ñGrupo Gradual
ñEndereço: Rua do Livramento, 123
ñBairro: Vila Mariana
ñCEP: 04008-030
ñTelefone: (11) 3559-7737 | (11) 3885-4602 | (11) 9109-4619
ñInformações: Usando abordagem ABA (Análise do Comportamento Aplicada) oferece avaliação comportamental, intervenção comportamental, inclusão escolar, consultoria e intervenção à distância. Promove cursos para familiares e para profissionais. Atende principalmente pessoas com autismo.
ñIDeA – Intervenção em Desenvolvimento Atípico
ñEndereço: Travessa Ponder, 64
ñBairro: Ibirapuera
ñCEP: 04008-030
ñTelefone: (11) 3885-5636
ñInformações: Metodologia usada: Atendimentos clínicos com diversos especialistas na abordagem analítico comportamental (ABA), sempre em parceria com os diversos profissionais e entidades que atendem a criança, o adolescente ou adulto.
ñInspirados pelo Autismo
ñTelefone: (11) 3711-4402
ñInformações: Grupo especializado no método Son-Rise: oferece workshops e diversas modalidades de atendimento (inclusive domiciliar) e orientação para pais e profissionais.
ñInstituto de Psiquiatria – IPq
ñEndereço: Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255
ñBairro: Cerqueira César
ñCEP: 05403-000
ñTelefone: (11) 3069-6000
ñInformações: Hospital das Clínicas de São Paulo
ñInteração Núcleo de Ass. ao excepcional
ñEndereço: Rua Luisiania, 185
ñBairro: Brooklin
ñCEP: 04560-020
ñTelefone: (11 )5041-0084 | (11) 5093-7687
ñLUCCA – Lúmen Unidade de Convivência da Criança Autista
ñEndereço: Rua Pássaros e Flores, 336
ñBairro: Jardim das Acácias
ñCEP: 04704-000
ñTelefone: (11) 5532-0368 | (11) 5543-8644
ñInformações: Atende até 20 crianças, adolescentes e adultos da zona Sul de São Paulo, das 8 às 17:00. Segue orientação da Associação Autismo Europa, orientando a família sobre as atividades de vida diária, realizando atividades de integração à comunidade, preparando, quando possível, para inclusão em escola regular. É uma associação de pais, que pagam os serviços conforme condição econômica da família.
ñLugar de Vida – Centro de Educação Terapêutica
ñEndereço: Rua Miragaia, 174
ñBairro: Butantã
ñCEP: 05511 – 020
ñTelefone: (11) 3097-9365 | Fax: (11) 3811- 9860
ñInformações: O Lugar de Vida – Centro de Educação Terapêutica – é uma prestadora de serviços clínicos e educacionais para crianças com Transtornos Globais de Desenvolvimento – psicoses e autismo. De linha psicanalítica, oferece como tratamentos: Grupos de Educação Terapêutica (GETs), Tratamento psicanalítico individual, NIPI – Núcleo de Intervenção na Primeira Infância, Acompanhamento escolar, Acompanhamento Terapêutico, Atendimento aos pais , Atendimento fonoaudiológico, além de fornecer cursos de formação, estágios, supervisão e grupos de estudos para profissionais.
ñLUMI – Centro Terapêutico Educacional
ñCNPJ: 05.255.241/0001-03
ñEndereço: Rua Campos do Jordão, 150
ñBairro: Butantã
ñCEP: 05516-040
ñTelefone: (11) 4113-0025
ñInformações: Atende crianças a partir de 3 anos, adolescentes, jovens e adultos. O atendimento escolar tem 23 alunos e usa o programa TEACCH (Treatment and Education of Autistic and related Communication-handicapped CHildren – Tratamento e educação de crianças com autismo e com deficiências de comunicação relacionadas). O atendimento clínico é aplicado por especialistas na abordagem analítico comportamental – ABA, com fonoaudióloga, terapia ocupacional e psicoterapia. Oferece também atendimento domiciliar, cursos e palestras sobre autismo.
ñNAAC – Núcleo de Análise Aplicada do Comportamento
ñEndereço: Rua Coronel Paulino Carlos, 104
ñBairro: Paraíso
ñCEP: 04006-040
ñTelefone: (11) 3887-6539
ñInformações: Metodologia usada: Nossa metodologia é baseada na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), uma linha da Psicologia. A Análise do Comportamento Aplicada utiliza-se de métodos baseados em princípios científicos do comportamento para construir habilidades socialmente relevantes e reduzir comportamentos problemáticos que dificultam a interação e integração do indivíduo
ñ 
ñNúcleo Paradigma
ñEndereço: Rua Wanderley, 611 ñBairro: Perdizes
ñCEP: 05011-001 ñTelefone: (11) 3864-9732
ñInformações: Trabalha com formação e atualização de terapeutas, acompanhantes terapêuticos e gestores em recursos humanos e prestação de serviços em psicologia usando a Análise do Comportamento. Oferece acompanhamento terapêutico, clínica particular, clínica-escola, orientação profissional, planejamento e organização de estudo, consultoria, formação e atualização de profissionais de recursos humanos, terapia ocupacional. Oferece atendimento específico com método ABA para crianças, adolescentes, jovens e adultos com desenvolvimento atípico.
ñProjeto Amplitude
ñEndereço: Rua Capitão Cavalcante, 155
ñBairro: Vila Mariana
ñTelefone: (11) 4304-9906
ñProjeto Estação Espacial
ñTelefone: (11) 3069-6509
ñInformações: Reuniões: apenas às quartas-feiras, das 9h às 12h O projeto procura estabelecer vínculos entre pessoas com Asperger, que apresentam dificuldade de sociabilização e de comunicação. Tem como objetivo tentar criar relações afetivas e incentivar as conversas entre os pacientes. Desenvolvido pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo em parceria com a Associação Amigos do Autista (AMA), para o tratamento de pacientes autistas. Brinquedoteca do Ipq O espaço possui jogos, brinquedos de montar, fantasias e espaço para exercícios Fruto de uma parceria com a distribuidora dos brinquedos Lego, a nova sala é um marco nas reformas do Instituto O local é dedicado a atividades lúdicas para crianças em tratamento Espaço dedicado a atividades lúdicas para crianças em tratamento. Fruto de uma parceria com a distribuidora dos brinquedos Lego, a sala é um marco nas reformas do Instituto, que tem um dos poucos centros brasileiros de psiquiatria voltado para crianças e adolescentes. O presidente do conselho diretor do IPq, professor Wagner Gattaz, afirma que o brinquedo é capaz de oferecer ferramentas importantes para um diagnóstico mais apurado durante o tratamento. “Então, com o brincar, além de obtermos informações sobre o quadro clínico da criança, podemos descobrir como é a inserção dela em um grupo social – saber se é uma criança sociável ou uma criança autista”, exemplifica. Os pais também podem ter a possibilidade de aprender a brincar com seus filhos com orientação de um psiquiatra do Instituto.
ñProjeto Pipa – Projeto de Integração Pró Autista
ñEndereço: Rua Soldado João Pereira da Silva, 273 ñBairro: Parque Novo Mundo
ñCEP: 02189-010 ñTelefone: (11) 2633-2356
ñInformações: Grupo formado por pais de crianças portadoras de autismo e simpatizantes. para a implantação no Brasil do método TVD (Terapia de Atividade de Vida Diária) desenvolvida no Japão. A TVD também é usada na Boston Higashi School e na Musashino Higashi Gakuen em Tokyo e na Fundación para la Educación de Niños Autistas “Kibo”, no Uruguai. Atende atualmente 8 pessoas. Requisitos básicos para seleção e possível ingresso: - portadores de autismo diagnosticados com atestado médico. - crianças autistas na faixa etária de 5 a 9 anos
ñRecanto Arco- Íris Escola de Educação Especial
ñEndereço: Av. Nova Cantareira , 5075 ñBairro: Tremembé
ñCEP: 01404-001 ñTelefone: (11) 3335-9289
ñInformações: Instituição particular especializada no Espectro Autista, atende crianças até 12 anos, através de atendimento multidisciplinar (Psicologia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Psicopedagogia, Musicoterapia, Psicomotricidade e Fisioterapia) baseado na teoria cognitivo comportamental (ABA/PAD). Obs.: O PAD (Programa de Aprendizagem e Desenvolvimento) foi desenvolvido pela equipe do Espaço Terapêutico, cuja descrição encontra-se no livro ESPECTRO AUTISTA, publicado em 2012, de autoria da Psicóloga Maria Helena Jansen de Mello Keinert e do Neuropediatra Dr Sérgio Antoniuk.
ñRecanto Arco-Íris – Escola de Educação Especial
ñEndereço: Rua Caucaia do Alto , 59 CEP: 03271-030
ñTelefone: (11) 2204-4367 | (11) 2996-6996
ñVida Escola Integrada de Educação Especial
ñEndereço: Rua costa rego 43A ñBairro: Vila Guilhermina ñTelefone: (11) 2654-0451